Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Monstro: homem mata a ex, o atual marido dela e a filha a golpes de facão; veja vídeo
  • Em Cruzeiro do Sul, mulher é presa por ameaçar vizinha e alegar vínculo com organização criminosa
  • Homem é preso por agredir companheira e ameaçá-la de morte em Cruzeiro do Sul
  • Homem é executado a tiros após ter comércio invadido em Rio Branco
  • Acre fecha 1º bimestre de 2026 com resultado fiscal positivo, mostra relatório do Tesouro Nacional
  • Com chuvas intensas, Rio Juruá segue em elevação em Cruzeiro do Sul
  • Nova proposta de redistribuição dos royalties pode beneficiar o Acre a partir de 2026
  • Acre depende da União para mais da metade da sua arrecadação: o que mostram 25 anos de dados
  • Vidro da fachada da Honda é quebrado durante a madrugada em Cruzeiro do Sul
  • Motociclista sem CNH atropela aluna na faixa de pedestres em frente ao Colégio Militar
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, abril 23
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque 2

Jornalista e indigenista desaparecidos tinham relações com o Vale do Juruá; Francisco Piyãko lembra e pede justiça

Por Redação Juruá em Tempo.14 de junho de 20222 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O jornalista britânico Dom Philips, desaparecido no Vale do Javari, Amazonas, visitou a comunidade Ashaninka da Apiwtxa, no município de Marechal Thaumaturgo, Acre. Lá, esteve colhendo informações para o livro que vinha escrevendo sobre a conservação da Amazônia.

O líder indígena do povo Ashaninka, Francisco Piyãko comentou em suas redes sociais, o desaparecimento de Dom Phillips e do indigenista da Funai, Bruno Pereira, com quem trabalhou na instituição.

“Dom era uma pessoa com muita sensibilidade, vinha realizando um trabalho excelente em divulgar nossas lutas, isso não faz mal a ninguém. Esperamos que o estado brasileiro não deixe impune uma situação como esta”, disse.

Embora poucos saibam, o vale do Javari tem proximidade com o Juruá. O principal formador do Javari é o rio Jaquirana, que nasce na Serra do Divisor e demarca a fronteira entre Brasil e Peru. Alguns dos povos do Vale do Javari, como os Marubo, vêm a Cruzeiro do Sul para tratamentos de saúde ou para continuar os estudos. Por essa razão, há também uma proximidade e trabalhos conjuntos realizados entre a Funai e órgãos indigenistas do Javari e Juruá. Contudo, a área do Vale do Javari é considerada maior que Portugal, onde vivem cerca de dez mil indígenas de dezenas de povos diferentes.

“Conheço Bruno quando estive como assessor da presidência da Funai e andamos todo vale do Javari. Naquele momento deu para sentir o compromisso dele com essa região”, disse Francisco Piyãko.

Resta ainda uma confirmação oficial por parte da PF que examina material biológico encontrado. Já há pelo menos uma pessoa presa, suspeito pelo desaparecimento. Amarildo da Costa de Oliveira, de 41 anos, foi preso com drogas e munição de uso restrito.

Bruno e Dom Philips iriam visitar um programa de vigilância territorial de uma comunidade indígena. Lideranças indígenas e indigenistas acusam o presidente Jair Bolsonaro de facilitar a ocorrência de crimes ambientais, de desmonte dos órgãos de proteção e de incentivar a ação ilegal de madeireiros, caçadores e garimpeiros.

Por: Redação O Juruá em Tempo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.