Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Amigos fazem vaquinha para custear tratamento de empresária acreana diagnosticada com câncer
  • Ex-goleiro Bruno, do Flamengo, tem 5 dias para comparecer à Justiça
  • Covid-19 mata 29 pessoas em janeiro no Brasil
  • Cidades do Acre recebem quase R$ 3,9 milhões para ações com migrantes e refugiados; veja valores
  • Lula assina MP que libera FGTS a entidades filantrópicas
  • Tratamento da diabetes no SUS vai mudar? Entenda!
  • Acre e Rússia discutem parceria para instalação de indústria de biofertilizantes e instituto tecnológico
  • Inmet alerta para chuvas intensas e ventos fortes em todo o Acre
  • Governo regulamenta projeto de Pedro Longo com foco no combate à corrupção
  • Homem é morto a tiros em ramal na zona rural de Mâncio Lima
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, fevereiro 7
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»CONFIRA AQUI

Acre tem 3° maior desmate da Amazônia no mês de agosto

Por Redação Jurua em Tempo17 de setembro de 20222 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

De acordo com o Sistema de Alerta e Desmate (SAD) do Imazon, o Acre derrubou em agosto 173 quilômetros quadrados em agosto de floresta nativa, 3° maior desmatamento na Amazônia naquele mês.

“Os Estados que mais desmataram em agosto foram Pará (647 km?), Amazonas (289 km%) e Acre (173 km?), que registraram respectivamente 46%, 20% e 12% de toda a derrubada na Amazônia”, confirma o Imazon.

“Nesses três Estados, assim como nos outros que compõem a região, estamos identificando o avanço do desmatamento nas florestas públicas não destinadas. São áreas pertencentes aos governos dos Estados ou federal que ainda não tiveram um uso definido, cuja prioridade estabelecida em lei é para a criação de novas áreas protegidas, como terras indígenas ou quilombolas e unidades de conservação. Porém, por essa falta de destinação, essas terras acabam sendo as preferidas dos grileiros, que as invadem com a expectativa de obter a posse”, afirma a pesquisadora Bianca Santos, do Imazon.

O instituto classifica como desmatamento quando a vegetação foi totalmente removida, o chamado “corte raso”, e como degradação florestal quando parte da mata foi retirada por causa da extração de madeira ou afetada pelo fogo. Por isso, é comum que uma área classificada como degradada seja posteriormente desmatada.

As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 976 quilômetros quadrados em agosto de 2022, o que representa um aumento de 5.322% em relação a agosto de 2021, quando a degradação detectada foi de 18 quilômetros quadrados. Em agosto de 2022 a degradação foi detectada no Mato Grosso (67%), Pará (25%), Acre (3%), Maranhão (2%), Rondônia (1%), Amazonas (1%) e Tocantins (1%).

Com informações Ac24horas

Por: Redação O Juruá em Tempo
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.