Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Faccionado flagrado com arma e droga é investigado por atentados
  • Cruzeirense Rodrigo Andrade leva a cultura do Acre à Europa e realiza palestra histórica em Madrid
  • Vídeo mostra momento em que caminhão invade contramão e atinge caminhonete em Cruzeiro do Sul
  • Colisão com animal silvestre deixa motociclista ferido em rodovia no interior do Acre
  • No Acre, BOPE apreende quase 3,5 kg de maconha com auxílio de cão farejador
  • Fachin cancela reunião para discutir código de ética no STF
  • Acre tem 18 vagas para médicos especialistas no SUS pelo programa Mais Médicos Especialistas
  • Ladrões levam 59 botijas de gás de Posto de Combustível em Cruzeiro do Sul
  • TCE-RO abre seleção para da saúde e segurança do trabalho com salário acima de R$ 9 mil
  • MPF aciona Justiça para repactuar concessão e revisar pedágio da BR-364 em RO
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, fevereiro 5
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»TUDO AQUI 1

Em uma semana, queimadas na Amazônia superam todo o mês de setembro de 2021

Por Redação Juruá em Tempo.8 de setembro de 20223 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Em apenas sete dias de setembro deste ano, o número de queimadas na Amazônia já superou a quantidade de focos de incêndios de todo o mês de setembro de 2021.

Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o bioma registrou 18.374 focos de incêndio entre 01 e 07 de setembro de 2022. Em 2021, foram 16.742 focos no mês inteiro – um aumento de quase 10%.

Até agora, o bioma teve 64 mil focos de incêndio – os números de 2021 vêm sendo superados desde maio. No ano passado inteiro, foram registrados 75.090 focos.

“No Dia da Independência, e na mesma semana em que se comemora o Dia da Amazônia, os números referentes à queimadas e incêndios florestais só reforçam que estamos repetindo a mesma dinâmica predatória de 200 anos atrás, propagando uma economia da destruição que ainda se alimenta fortemente de recursos naturais ao passo que não traz o tão almejado desenvolvimento real para a Amazônia.”, declarou Cristiane Mazzetti, porta-voz de Amazônia do Greenpeace Brasil.

Em agosto, a Amazônia teve o pior agosto de queimadas dos últimos 12 anos. Foi o quarto ano consecutivo de números acima de 28 mil. O número foi tão alto que, segundo o programa de monitoramento ambiental Copernicus, da União Europeia, afetou “seriamente” a qualidade do ar na América do Sul.

Fumaça cobre milhões de km²

A “nuvem” de fumaça provocada pelas queimadas se espalha pelo Brasil há dias, atingindo países vizinhos. Uma imagem do satélite geoestacionário Goes-16 mostrou, na segunda-feira (5), a dispersão do rastro de fumaça atingindo o Acre, Amazonas, Rondônia, Roraima, Mato Grosso e Pará. Na quarta-feira (7), a fumaça atingiu São Paulo, Paraná e Bolívia.

Em apenas quatro dias, as queimadas no Pará superaram a marca de setembro de 2021. De acordo com os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), desde primeiro de janeiro até 7 de setembro, os satélites registraram 20.693 pontos de fogo na floresta.

Em Rio Branco, no Acre, a poluição do ar na quarta-feira atingiu níveis 13 vezes a mais que o recomendado pela Organização Mundial da saúde (OMS).

Fumaça sobre área de cinco milhões de km² do território brasileiro no Dia da Amazônia — Foto: Inpe

Ibama gasta menos da metade do orçamento

Enquanto as queimadas avançam na Amazônia, o Ibama gastou menos da metade do orçamento previsto para prevenir e combater incêndios florestais no país este ano. Levantamento do Observatório do Clima mostrou que o instituto executou apenas 37% do valor.

Segundo o OC, o Ibama liquidou até a última segunda-feira (5) R$ 19,48 milhões dos R$ 52,75 milhões autorizados para prevenção e controle de incêndios florestais.

“A execução lenta dos valores autorizados neste ano evidencia a falta de atenção com a prevenção”, afirmou Suely Araújo, especialista em políticas públicas do Observatório do Clima.

“O Ibama deveria ter atuado com força antes da época da seca para evitar o que está ocorrendo na Amazônia. Já a redução dos valores previstos para prevenção e controle em 2023 é criminosa. O Congresso Nacional tem o dever de ajustar isso no trâmite da proposta orçamentária”, completou Araújo.

  • Fonte: g1.
Por: redação.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.