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AC aumenta exportações, mas crescimento não tira estado da última posição no país

Por Redação Juruá em Tempo.18 de janeiro de 2023Updated:19 de janeiro de 20234 Minutos de Leitura
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Relatório apresentado pela equipe do governo durante o encontro desta segunda-feira, 16, entre o governador Gladson Cameli e o presidente Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana, mostra que o estado do Acre teve um aumento substancial no volume de exportações nos últimos quatro anos, com o registro de recordes sucessivos.

Com base nas Estatísticas de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços – MDIC, o relatório mostra que em 2022, o Acre exportou US$ 54,37 milhões, o que representa um crescimento de 65% no último quadriênio. No mesmo período, as importações apresentaram um salto de 168%, saindo de US$ 1,96 milhão em 2019 para US$ 5,25 milhões em 2022.

Apesar do crescimento maior das importações em relação às exportações, o Acre exporta em torno de 10 vezes mais do que importa, resultando em um saldo positivo da balança comercial, que em 2022 foi de US$ 49,12 milhões.

Entretanto, mesmo com esse avanço, o Acre é o menor exportador em âmbito regional e nacional, ocupando a 7ª posição entre os estados da Região Norte e a 27ª do Brasil, com participação de 0,02% nas exportações brasileiras.

O documento do governo diz que com o segundo menor Produto Interno Bruto (PIB) da Região Norte em números absolutos, à frente apenas de Roraima, o Acre tenta superar os gargalos da infraestrutura em transporte para consolidar cadeias produtivas vinculadas ao extrativismo e à agropecuária.

Raio-X das exportações do Acre

Os principais produtos exportados pelo Acre no período de 2019 a 2022, por ordem de participação no valor das exportações em 2022 foram: madeira e derivados (US$ 17,4 milhões, 32,1%), soja e derivados (US$14,3 milhões, 26,4%), castanha (US$ 9,5 milhões, 17,4%), milho (US$ 3,5 milhões, 6,5%), bovinos (US$2,8 milhões, 5,1%) e suínos (US$1,5 milhão, 2,7%).

Vale ressaltar que os produtos florestais – madeira e derivados e castanha – representam quase metade das exportações (49,5%), seguidos dos grãos soja e milho com 32,9% e, na sequência, os produtos de origem animal, bovinos e derivados e suínos e derivados, 7,8%.

O relatório também destaca o crescimento das exportações da soja, de US$ 700 mil em 2019 para US$ 14,3 milhões, um aumento superior a 2.000% em quatro anos. Neste período as exportações do milho cresceram 140% e da castanha 125,6%. Os demais produtos também apresentaram crescimento, exceto bovinos e derivados, que exportou em 2022 metade do valor de 2019, uma queda de 52,3%.

Entre 2019 e 2022, o Acre exportou mais de US$ 90 milhões de produtos florestais, sendo US$ 61,3 milhões de madeira e derivados e US$ 29,6 milhões de castanha. Os grãos somaram US$ 31,3 milhões, com US$ 23,6 milhões de soja e derivados e US$ 7,7 milhões de milho, e os produtos de origem animal, US$25,2 milhões, sendo US$ 19 milhões de bovinos e derivados e US $6,2 milhões de suínos.

O Acre exportou para 63 diferentes países entre 2019 e 2022. Neste período, o Peru é o principal destino das exportações, com US$ 26,6 milhões e participação de 15,6% no total das exportações. Logo na sequência aparecem os Estados Unidos com US$ 25,7 milhões (15,1%) e Hong Kong US$ 24,1 milhões (14,2%). Estes três países absorvem 45% das exportações do Acre.

Quase 100% das exportações para o Peru saem pelo município de Assis Brasil. A principal via de saída para os Estados Unidos é o Porto de Manaus (75,8%), Região Norte, e para Hong Kong é o Porto de Santos (74%), na Região Sudeste.

Dos 22 municípios acreanos, 10 possuem participação nas exportações do estado, sendo o principal exportador, entre 2019 e 2022, a capital, Rio Branco, com US$ 46,1 milhões (32%). Na sequência aparecem os municípios de Epitaciolândia e Brasiléia com US$ 40,5 milhões (28%) e US$ 29,6 milhões (20%), respectivamente.

  • Fonte: AC24horas.
Por: redação.
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