Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Jovem desaparece após nadar em rio no Acre e mobiliza buscas dos bombeiros
  • Bombeiros do Acre são acionados para combater incêndio em cidade boliviana na fronteira
  • Acre segue em alerta para temporal com chuva intensa e ventos de até 60 km/h
  • Incêndio atinge galpão do polo moveleiro de Cruzeiro do Sul
  • Jovem morre em hospital após ataque a tiros dentro de casa no interior do Acre
  • Acidente entre motos aquáticas deixa jovem gravemente ferida em Rio Branco
  • Jovem fica ferido após queda de motocicleta
  • Colisão entre motos em rodovia no Acre deixa casal ferido; um dos condutores foge do local
  • “Parece um milagre”: chegada de ressonância emociona famílias em Brasileia
  • Em Rio Branco, população em situação de rua triplica em seis anos
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
domingo, maio 3
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Mais Notícias

“Olhei para meus pés, e ele estava no chão”, diz empresária sobre jovem morto em boate no Acre

Por Redação Jurua em Tempo25 de janeiro de 20232 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A empresária acreana Yasmin D’anzicourt foi a terceira testemunha deste segundo dia de julgamento, nesta quarta-feira (25), do Caso Rafael Frota, em que o policial federal é acusado de matar o estudante em uma boate de Rio Branco, em julho de 2016.

Na oitiva, Yasmin confirmou que conhece Victor e que costumava se encontrar com o policial federal em festas. 

empresária acreana de 28 anos Yasmin D’anzicourt. Foto: Reprodução

“Sempre foi uma pessoa muito tranquila, mas nunca tivemos uma relação de afeto, além da amizade. Eu nunca viajei com Victor, nunca tive costume de marcar saídas com ele, sempre nos encontrávamos nas festas, trocávamos mensagens para saber para onde iríamos com os amigos em comum”, disse Yasmin.

A testemunha relembrou a noite em que Rafael foi atingido com um tiro. “Eu cheguei na boate com amigos e foi tudo muito rápido. Encontrei com o Victor minutos antes do acontecido. Tivemos uma conversa breve e super normal. Victor estava sóbrio, super são e não recordo dele ter bebidas na mão. Super tranquilo, assim como sempre o encontrei nos demais lugares”, relembrou.

Yasmin disse que após a conversa, virou para falar com um outro grupo de amigos e, 5 minutos depois, todo mundo começou a se abaixar e ir para a cabine do DJ.

“Eu vi o Victor no chão com a mão na virilha, acredito que por ter sido baleado, mas só depois eu vi isso. Em seguida, um homem muito alto de camisa vermelha, pegou a arma, inclusive eu achei que tinha sido uma troca de tiros. Quando eu olhei perto dos meus pés, a vítima estava no chão, com a cabeça virada para a cabine do DJ”, disse.

Segundo dia de julgamento do policial federal Victor Campelo/Foto: Reprodução

A testemunha disse ainda que Victor não estava com nada em mãos durante a conversa deles. “Ele não estava com nada na mão, é tanto que eu pude abraçá-lo. Ele me abraçou com as duas mãos. Eu não lembro de ter bebida e não estava apresentando nenhum comportamento de embriaguez. Eu tenho certeza, até porque não estava bebendo nesse dia também”, contou.

Yasmin era uma das testemunhas que deveriam ter sido ouvidas nesta manhã de quarta-feira (25), mas por um imprevisto com o voo, precisou ser ouvida à tarde, via videoconferência.

Com informações Contilnet

Por: Redação O Juruá em Tempo
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.