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Prefeituras acreanas contestam dados do Censo Demográfico 2022 para não perderem dinheiro

Por Redação Juruá em Tempo.11 de janeiro de 20233 Minutos de Leitura
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Com apoio da assessoria jurídica da Associação dos Municípios do Estado (AMAC), os prefeitos acreanos rejeitam os dados parciais do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, junto ao Tribunal de Contas da União (TCU). A medida cautelar coletiva busca manter os repasses constitucionais do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), com base no coeficiente populacional do ano passado. “A Marcha dos Prefeitos a Brasília deve ser pautada por conta desta queda populacional”, antecipou o coordenador da AMAC, Marcus Frederic Lucena.

Destacou que seis prefeituras acreanas amargaram um prejuízo de R$15,6 milhões dos repasses do FPM, em decorrência da queda do coeficiente dos municípios de Sena Madureira que tinha 2,00% caiu para 1,80%; Marechal Thaumaturgo, Plácido de Castro, Porto Acre e Rodrigues Alves que contabilizam um percentual de 1,20% reduziu para 1,00%; Acrelândia que que tinha 1,00% reduziu para 0,80% e Capixaba que tinha 0,80% caiu para 0,60%.

Apontou que a capital acreana registrou uma perda 48.632 moradores, enquanto Sena Madureira chegou em torno de 6.102 habitantes, Plácido de Castro chegou a 3.449 pessoas; Senador Guiomard registrou uma redução de 1.366 habitantes. Além das cidades de Acrelândia que tinha uma população estimada em 15.256 moradores caiu para 12.707 habitantes, Rodrigues Alves que possuía uma população estimada em 18.930 moradores caiu para 16.072. Capixaba contava com 11.733 habitantes caiu para 9.737 moradores e Marechal Thaumaturgo que tinha 18.867 habitantes caiu para 16.825 moradores, Porto Walter que contabilizava 11.982 caiu para 10.706, Brasileia que tinha 26.278 moradores caiu para 25.786 habitantes, enquanto Xapuri contava com uma população de 19.323 caiu para 18.181 habitantes e Porto Acre que tinha 18.504 habitantes fechou com apenas 16.218 moradores.

“As prefeituras estavam otimista com o aumento do coeficiente, mas os números dos dados preliminares do Censo do IBGE foram contrários”, lamentou Lucena.

Observou que município de Cruzeiro do Sul que tinha uma população de 87.345 subiu para 94.345 moradores, seguido de Manuel Urbano que contava com 9.459 pessoas passou para
12.246 habitantes, Tarauacá que tinha 42.567 habitantes subiu para 43.072 pessoas, Feijó que contava 34.780 moradores fechou com 35.035 habitantes e Assis Brasil que tinha 7.417 moradores pulou para 8.157 pessoas. A cidade de Epitaciolândia que tinha 18. 411
habitantes, registrou agora 18.697 pessoas, Bujari tinha 10. 266 habitantes fechou com 11.962 moradores, Mâncio Lima tinha 18.977 habitantes fechou com 19.172 moradores Jordão que tinha 8.317 habitantes pulou para 11.105 pessoas, a cidade de Santa Rosa do Purus que registrava 6.540 habitantes subiu para 7.672 moradores.

“O aumento da população destas localidades citadas, não atendeu a expectativa dos prefeitos que projetam mais gente”, finalizou o coordenador da entidade municipalista.

Com informações A Tribuna

Por: redação.
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