Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Após vitória e título contra o Flamengo, corintianos se reúnem no Centro de Cruzeiro do Sul
  • Estado soma quase 150 registros de crianças e adolescentes desaparecidos ao longo de 2025
  • Gefron faz aprenção de mais de 30kg da “Super Maconha” na AC-90
  • Capital do Acre aparece fora do top 10 em ranking de acesso à saúde
  • Ação da PM em casa noturna termina com três detidos e uso de spray de pimenta
  • Homem é morto a tiros e facadas após casa ser invadida
  • Pela segunda vez em janeiro, Rio Juruá supera cota de segurança
  • Rio Acre continua avançando e chega a marca de 15,14 metros na capital acreana
  • Erosão em ponte da BR-364 leva DNIT a iniciar obras emergenciais; reparo deve ser finalizado até terça-feira
  • Homem é atropelado ao tentar atravessar avenida em Rio Branco; motorista foge do local
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, fevereiro 2
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Mais Notícias

Testemunha chave aparece de surpresa em julgamento de PF que matou jovem no Acre

Por Redação Jurua em Tempo24 de janeiro de 2023Updated:25 de janeiro de 20232 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Enquanto o juiz Alesson José Santos Braz ouvia o depoimento da testemunha Lavínia Costa, ex-namorada do polícia federal Victor Campelo – acusado de matar o jovem Rafael Frota, na boa Sete Club, em Rio Branco -, o júri foi surpreendido pela notícia de que uma testemunha chave, vítima no processo, Nelcioney Patrício, que não havia sido intimado para testemunhar, havia aparecido para ser ouvido durante o julgamento. 

Nelcioney foi ferido por um tiro disparado pelo PF na boate Set Club, em julho de 2016 – no mesmo dia em que Rafael morreu. 

As investigações apontam que ele e um grupo de amigos haviam se envolvido em uma briga e agredido o policial federal, o que teria ocasionado o disparo. O testemunho dele foi arrolado pelo procurador do Ministério Público do Acre (MPAC), Teotônio Soares. 

Entretanto, segundo o artigo 440 do Centro de Progressão Penitenciária (CPP), as testemunhas precisam seguir uma ordem para serem ouvidas. De acordo com o CPP, as vítimas devem ser ouvidas sempre primeiro. 

Como no processo julgado nesta terça-feira (24), Nelcioney é vítima de tentativa de homicídio, por parte do policial federal, deveria ter sido a primeira testemunha a ser ouvida. 

A defesa de Victor Campelo reagiu e pediu o indeferimento do pedido do promotor, afirmando que Nelcioney já havia sido ouvido em outros depoimentos e, caso a acusação achasse importante ouvi-lo, bastava reproduzir o testemunho que está nos autos do processo. 

Porém, o juiz Alessom acatou o pedido do MP, afirmando que o depoimento de Nelcioney não seria uma testemunha surpresa. O magistrado concluiu dizendo que a vítima não foi intimada, veio até o júri de forma deliberada e que é importante ouvir a vítima em todos os casos. 

Durante o testemunho, Nelcioney informou que soube do julgamento através das redes sociais e por isso resolveu ir até o júri.

Em breve, mais informações sobre o depoimento (MATÉRIA EM ATUALIZAÇÃO).

 

Fonte: Contilnet

Por: Redação
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.