Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Homem é conduzido à delegacia suspeito de aplicar golpes via PIX em Cruzeiro do Sul
  • Sob efeito de entorpecentes, homem ameaça companheira e filho com faca e acaba preso em Cruzeiro do Sul
  • Mulher denuncia ameaças do próprio filho dentro de casa, no bairro Remanso
  • Jovem é preso com droga durante patrulhamento no Centro de Cruzeiro do Sul
  • Aulas da rede municipal retornam normalmente nesta segunda-feira (11) em Cruzeiro do Sul
  • Dois homens são presos com quase 175 kg de skunk escondidos em carro na BR-364
  • Agropecuária do Acre deve registrar queda de 2,1% em 2026
  • Com queda de 14%, mês de abril registra menor número de homicídios no Acre
  • Briga de bebedeira é motivação principal de mortes violentas no Acre em abril, aponta Polícia Civil
  • MPAC instaura procedimento para proteger adolescente vítima de abuso sexual em ambiente familiar no interior do Acre
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, maio 11
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»internacionais

Guerra na Síria dificulta resgate de vítimas e reconstrução do país após terremoto

Por Redação Juruá em Tempo.12 de fevereiro de 20233 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O forte terremoto de magnitude 7,8 que atingiu o sudeste da Turquia na segunda-feira (6) também teve enormes efeitos na Síria, um país devastado por mais de uma década de guerra civil cuja parte mais afetada foi justamente aquela sob o controle dos rebeldes.

O sismo deixou um saldo de mais 25 mil mortos e 85 mil feridos até o momento nos dois países. Somente na Síria, a estimativa é de que pelo menos 3.500 pessoas tenham morrido, enquanto mais de 5.200 se feriram.

Mas o que dificultou enormemente a resposta ao terremoto é que ainda há partes da Síria controladas por rebeldes e partes sob o controle do governo do presidente Bashar al Assad, acusado de usar armas químicas. As duas partes estão envolvidos em um conflito armado.

A entrega de suprimentos urgentes para essas áreas é desigual: apenas dois comboios de ajuda da Organização das Nações Unidas (ONU) entraram no noroeste da Síria, controlado pelos rebeldes, através da única passagem de fronteira autorizada na Turquia desde o terremoto de segunda-feira, enquanto o governo de Assad recebeu carregamentos de ajuda de países ao redor do mundo.

Enquanto isso, quase 11 milhões de pessoas foram afetadas pela catástrofe na Síria, segundo a ONU.

Há também 3,6 milhões de refugiados sírios, segundo dados da Human Rights Watch, a maioria assentados na fronteira entre a Turquia e a Síria e que foram afetados pelo terremoto.

Presidente da Síria critica o Ocidente

Em seus primeiros comentários desde o terremoto, o presidente sírio, Bashar al-Assad, disse a repórteres que os países ocidentais “não têm consideração pela condição humana”.

Assad e sua esposa, Asma, percorreram diversos locais afetados pelo terremoto e visitaram sobreviventes em um hospital em Aleppo, segundo imagens divulgadas pela agência de notícias estatal Sana.

A mídia estatal e funcionários do governo sírio culparam a falta de ajuda humanitária e o impedimento das equipes de resgate às sanções dos Estados Unidos e da União Europeia.

Os EUA reiteraram que as sanções não se aplicam a esforços humanitários e, na sexta-feira (10), o Departamento do Tesouro norte-americano emitiu uma “Licença-Geral” autorizando por 180 dias “todas as transações relacionadas ao socorro pós-guerra”.

O Ministério das Relações Exteriores da Síria chamou a decisão do Tesouro dos EUA de um movimento destinado a dar uma “falsa impressão de humanidade”, de acordo com a Sana.

Enquanto isso, o Programa Mundial de Alimentos (PAM) pede maior acesso aos territórios sírios afetados pelo terremoto para repor os suprimentos de ajuda que foram esgotados, disse David Beasley, diretor do programa, em comunicado à CNN.

“Os estoques que temos estão acabando rapidamente, especialmente rações prontas para consumo, e precisam ser reabastecidos rapidamente. Para fazer isso, precisamos de acesso”, disse Beasley.

No passado, a ajuda entrava no noroeste da Síria via Turquia, na fronteira de Bab Al Hawa, o único ponto de entrada autorizado por resoluções do Conselho de Segurança da ONU.

Uma resolução propondo mais aberturas de fronteira entre a Turquia e a Síria foi vetada pela Rússia e pela China.

O PMA pretende fornecer refeições prontas para 100 mil pessoas no noroeste da Síria e fornecer rações regulares para 1,4 milhão de pessoas com parceiros prontos para distribuição.

“O noroeste da Síria é uma catástrofe após uma catástrofe”, disse Beasley.

O governo sírio aprovou na sexta-feira o envio de ajuda ao território rebelde no noroeste do país, segundo um comunicado, mas não deu prazos.

As autoridades sírias alegaram repetidamente que o governo está “preparado” para enviar ajuda aos territórios controlados pelos rebeldes, mas nenhuma ajuda fluiu dos territórios do governo desde o terremoto de segunda-feira.

Por: CNN Brasil.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.