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PCdoB ingressa com ação contra parágrafo da reforma de Gladson que aumenta número de comissionados por decreto, sem autorização da Aleac

Por Redação Juruá em Tempo.28 de fevereiro de 20233 Minutos de Leitura
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O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) no Acre ingressou com uma ação direta de inconstitucionalidade junto Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) pedindo a inconstitucionalidade do parágrafo 3º do artigo 2º da Lei Estadual nº 4.085, de 16 de fevereiro de 2023. A referida lei trata sobre a reforma administrativa do governo Gladson Cameli.

De acordo com o parágrafo questionado, o governador fica autorizado a aumentar o valor referencial máximo para pagamento de cargos comissionados, além de aumentar, por meio de decreto, o número de comissionados em até 30%, “atendidos os critérios de conveniência e oportunidade”.

Na ação, o presidente do Diretório Estadual do PCdoB, ex-deputado estadual Eduardo Farias, pede a concessão de liminar para suspender os efeitos do parágrafo citado até decisão do mérito. Além disso, Eduardo Farias pede que o governador Gladson Cameli, o procurador-geral do Estado, Marcos Motta, e o procurador-geral do Ministério Público do Estado (MP-AC), Danilo Lovisaro, se manifestem acerca do assunto. E, ao final e em definitivo, Farias solicita que seja decretada “a inconstitucionalidade do parágrafo 3º do artigo 2º da Lei Estadual nº 4.085, de 16 de fevereiro de 2023, por violação direta e frontal ao artigo 45, inciso IV, da Constituição do Estado do Acre, tanto porque fere o princípio da Reserva Legal, quanto porque ofende os princípios da Divisão de Poderes e da Conformidade Funcional”.

Na peça, elaborada pelo jurista Thalles Vinicius, é argumentado que caso não seja deferida “a medida liminar os prejuízos suportados pelo Poder Legislativo serão enormes, uma vez que estará totalmente excluído do debate e da apreciação quanto à criação dos cargos descritos pela lei ora atacada”, ou seja, retira prerrogativas dos deputados estaduais.

Nesta terça-feira (28), o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) comentou o assunto durante sessão na Assembleia Legislativa do Acre. O parlamentar disse que a ação tem por objetivo corrigir ‘uma atrocidade’ cometida pela Assembleia ao subtrair prerrogativas dela própria.

“Essa ação pode demorar meses, pode demorar até dois anos, mas a nossa decisão é de levar este debate a todas as instâncias necessárias do Poder Judiciário. A Casa nunca poderia abdicar de um de seus mandamentos que é apreciar e debater de forma clara e transparente todos os temas. Essa legislatura começa com dois pecados, que é retirar prerrogativas dessa Casa. O segundo é o que retira deste plenário a escolha do referendo do diretor-presidente do Acreprevidência. Mas, nós vamos discutir esse assunto. Mas, espero que este plenário não cometa o mesmo pecado cometido na semana passada”, disse.

O desembargador Luís Camolez é o relator da ADI.

Por: Assessoria.
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