Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Coxinha critica condições da BR-364 e chama bancada federal do Acre de “muito fraca”
  • Prefeito César inaugura 1º Correios Essencial do Acre e garante retomada dos serviços em Porto Walter
  • Prefeitura de Cruzeiro do Sul leva cestas básicas para famílias atingidas pela cheia do rio Juruá no Lago Tapiri
  • Mailza apresenta Acre como rota estratégica para o Pacífico e tenta atrair investidores no Rio de Janeiro
  • Mais de 41 mil famílias no Acre recebem gás de cozinha gratuito em maio; veja quem tem direito
  • Acreanos desaparecidos são encontrados mortos em Cobija; polícia apura execução
  • Vorcaro também financiou filmes sobre Lula e Temer
  • Tarcísio afirma que escândalo Master ‘preocupa’
  • Valor de filme sobre Bolsonaro supera o orçamento de 15 dos últimos 20 vencedores do Oscar
  • ‘Ninguém sabia o que fazer’: os bastidores da reunião de emergência na campanha de Flávio após caso Vorcaro
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, maio 14
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»TUDO AQUI 2

Acre: Grilagem de terras e invasões ameaçam terras indígenas e reservas

Por Redação Juruá em Tempo.21 de abril de 2023Updated:21 de abril de 20232 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Dados retirados do relatório Conflitos no Campo – Brasil 2022 divulgados esta semana pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) mostram uma crescente ascensão de conflitos pela posse da terra em áreas indígenas no Acre.

De acordo com os pesquisadores, o que antes tratava-se de enfrentamento a ação de sem-terra, contra a reforma agrária, hoje se concentra em ações de grileiros com invasões a áreas já demarcadas, como é caso das terras indígenas.

Essa tese é reforçada pela pesquisadora Isolete Wichinieski. “A comissão tem observado que, de 2004 para cá, está havendo mudança no foco desses conflitos, que deixaram de ser, em sua grande maioria, com os sem-terra, de disputa pela terra e contra a reforma agrária, para conflitos que vão para cima das comunidades, especialmente indígenas, por meio da grilagem mesmo ou invasões”, pontua.

No Acre, há 8 terras indígenas com registro de conflitos agrários. São elas: T.I Cabeceira do Rio Acre, em Assis Brasil; Terra Indígena Jaminawa do Igarapé Preto, em Cruzeiro do Sul; T.I Kampa, que compreende Feijó e Jordão; Terra Indígena do Estirão, em Santa Rosa do Purus; Terra Indígena Alto Rio Purus, nos municípios de Santa Rosa do Purus e Manoel Urbano; Terra Indígena Caiapucá e Terra Indígena Jaminawa do Rio Caeté, ambas em Sena Madureira; e Terra Indígena Kaxinawá Praia do Carapanã, em Tarauacá.

Além disso, há conflitos registrados na Reserva Chico Mendes em uma área que abriga 1.800 famílias. Também há registro de conflitos na Floresta Estadual do Antimary, que abrange uma área de 45.686,57 hectares. As duas áreas enfrentam a ação de grileiros.

Atualmente, em todo Acre, há 44 áreas que sofrem com conflitos agrários, de acordo com a CPT.

WhatsApp_Image_2023-04-21_at_08.38.30.jpeg

  • Fonte: Notícias da Hora.

,

Por: redação.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.