Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Homem é morto a tiros e facadas após casa ser invadida
  • Pela segunda vez em janeiro, Rio Juruá supera cota de segurança
  • Rio Acre continua avançando e chega a marca de 15,14 metros na capital acreana
  • Erosão em ponte da BR-364 leva DNIT a iniciar obras emergenciais; reparo deve ser finalizado até terça-feira
  • Homem é atropelado ao tentar atravessar avenida em Rio Branco; motorista foge do local
  • Processo seletivo da Educação no Acre: inscrições seguem abertas; veja como se inscrever
  • O tempo fecha no Acre? Inmet coloca todo o estado em alerta para chuvas
  • Justiça recebe denúncia contra 76 alvos de operação contra o crime organizado no Acre
  • Prefeitura segue com obras para recuperar trecho da Avenida São Paulo
  • Rio Acre estabiliza e permanece com nível elevado marcando 14,99 metros em Rio Branco
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
domingo, fevereiro 1
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Mais Notícias

Vendedor de pamonhas perde tudo e vira barqueiro após enchente

Por Redação Jurua em Tempo3 de abril de 2023
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email


Conhecido há anos por vender pamonhas no Calçadão da Gameleira, seu Raimundo precisou se reinventar para conseguir sustentar a família após a segunda maior cheia do Rio Acre já registrada na capital.

Com a subida repentina das águas, a orla da Gameleira foi inundada e teve que ser interditada pela Polícia Militar por questões de segurança. Acontece que, além de perder quase tudo por conta da enchente, seu Raimundo ficou sem o espaço e sem o movimento de clientes para vender seus produtos.

Seu Raimundo sobrevive vendeu pamonha e canjica na Gameleira. Foto: Juan Diaz/ContilNet

No desespero, o ambulante achou uma alternativa para não deixar a família passar fome. Com uma catraia parada em casa, seu Raimundo começou a transportar as pessoas pelas áreas alagadas do segundo distrito e cobrar um valor simbólico pela viagem.

Foto: Juan Diaz/ContilNet

“Eu vendo milho na Gameleira, mas com essa água tá difícil. Ninguém vem pra cá. Tudo alagado. Eu não posso deixar minha família passar fome. Porque até agora não ganhei um sacolão. Ganhei nada. Tô remando para sobreviver”, disse o vendedor.

Com informações ContilNet

Por: Redação O Juruá em Tempo
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.