Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Pai condenado a 61 anos por estuprar filhas gêmeas de 14 anos é preso
  • Acre recebe R$ 50 milhões em obras na BR-364 para recuperar Estrada do Aeroporto em Rio Branco
  • Deracre leva 2,5 mil toneladas de rachão à Terceira Entrada de Tarauacá
  • Trend de influenciador acreano vira campanha institucional em Rio Branco
  • Governadora Mailza Assis faz história ao inaugurar o Hospital Dr. Baba em Feijó
  • No Acre, motociclista morre e passageiro fica em estado grave após colisão envolvendo três veículos
  • Acidente envolvendo carro e moto deixa um morto em rodovia no Acre
  • IML identifica corpo encontrado boiando em Igarapé de Cruzeiro do Sul
  • Tierry reúne multidão em frente ao Palácio na festa do trabalhador
  • Um em cada 4 presos no sistema prisional do Acre ainda não foi condenado e pode ser inocente
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
domingo, maio 3
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Política

Edvaldo Magalhães diz que governo enganou aposentados sobre tabela da Educação e defende: ‘temos que corrigir essa injustiça’

Por Redação Juruá em Tempo.4 de maio de 20232 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Em discurso na Assembleia Legislativa do Acre nesta quinta-feira (4), o deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) defendeu a recomposição da tabela de referência da Educação, que hoje é de 7%, mas que deveria ser de 10%, se não fosse uma manobra do governo em 2021 para encurta a tabela.

Ele afirmou que a recomposição da tabela para os limites de antes, que beneficia os aposentados, foi uma promessa de campanha do governador Gladson Cameli e da atual deputada federal Socorro Neri, ex-secretária de Educação, responsável pelo encurtamento.

“Disseram que tinham que encurtar a tabela da Educação. Ao invés da puladinha de 10%, cortaram a puladinha. Tem professor que só com esse voto covarde que foi dado perdeu R$ 700 por mês no seu salário”, lembrou Edvaldo Magalhães.

O parlamentar disse que a mudança, praticada em dezembro de 2021 e que permanece até hoje sem alteração, foi uma “profunda injustiça” cometida pelo plenário da Assembleia. “Foi aqui no plenário desta Casa que se cravou um punhal nas costas das professoras e professores aposentados do nosso estado”.

O deputado salientou ainda que o discurso da Secretaria de Estado de Educação era de que “era impossível conceder o reajuste”, embora este não corrigisse nem mesmo o INPC do ano anterior, que era de 10.25%.

Edvaldo mencionou que a equipe de governo mentiu ao dizer que em fevereiro deste ano enviaria um projeto com a reestruturação da tabela. “Acreditaram na promessa. Acreditaram na mentira. Acreditaram na falsidade. Chegou aqui em fevereiro, veio o anúncio do novo piso nacional da Educação, fruto do novo Fundeb. Aí disseram: ‘não, a gente vai mandar o piso e essa questão da progressão a gente conversa depois’. Essa gente passou a vida toda cuidando do filho dos outros, ganhando pouco e são os injustiçados do plano da Educação. Acho que nós temos que corrigir essa injustiça cometida”.

Por: Assessoria.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.