Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Câmeras registram momento em que pastor é atropelado por jovem sem habilitação em Rio Branco
  • Tragédia: pastor morre atropelado, na frente da igreja, após sair do culto em Rio Branco
  • Em Cruzeiro do Sul, homem embriagado é ‘pego’ em blitz e quase colide em viatura
  • Morre aos 73 anos o indigenista Txai Macedo, em Cruzeiro do Sul
  • Amor de décadas: idosa recebe flores do marido após alta hospitalar; veja vídeo
  • ‘Cinderela?’ Delegado usa chinelos para identificar suspeitos; veja vídeo
  • Filha conta a pai sobre 1º lugar em Medicina e todos choram em bar
  • Michelle Bolsonaro diz: “Meu futuro político entrego nas mãos de Deus”
  • ‘Minha Primeira Arma’: projeto prioriza baixa renda e morador de área violenta
  • Brasil inicia pagamento do seguro-defeso 47 mil pescadores artesanais
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
domingo, fevereiro 15
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Brasil

Novo tipo de hortelã natural é descoberta na Amazônia, diz publicação especializada em botânica

Por Redação Juruá em Tempo.2 de maio de 20233 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O periódico científico Nordic Journal of Botany traz esta semana um artigo assinado três pesquisadores revelando a descoberta na Amazônia um novo tipo de hortelã jamais descrito pela ciência botânica. Trata-se de uma nova espécie de hortelã-do-campo, também chamado de roxinho.

A planta foi descoberta num solo arenoso e savânico. É neste ambiente que brota o “roxinho-amazônico”, cientificamente batizado de Hyptidendron dorothyanum, assim chamado em homenagem à ativista americana Dorothy Stang, que desde a década de 70 atuava na Amazônia, em defesa da floresta e dos povos tradicionais e foi assassinada no Pará em 2005.

Galho do roxinho-amazônico (Hyptidendron dorothyanum), planta que pode chegar a 3 metros. Foto: Fernanda Antunes Carvalho

“A nova espécie que descobrimos é uma arvoreta com até 3 metros de altura, crescendo em áreas abertas no bioma Amazônico, nas chamadas Savanas Amazônicas, dividindo esse tipo de ambiente no domínio Amazônico apenas com uma outra espécie do gênero, a qual, além de várias características nas folhas e flores, se diferencia pelo seu porte de árvore com até 20 metros de altura, chamada então de Hyptidendron arboreum”, explica o botânico Guilherme de Medeiros Antar, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), um dos pesquisadores que assina o artigo na prestiga publicação Nordic Journal of Botany.

Guilherme é o principal autor do artigo que descreve a nova espécie O ambiente savânico em que vive o roxinho-amazônico é um ecossistema particular conhecido como campinarana, marcado pelo solo arenoso e árvores de menor porte.
“Apesar da Amazônia sempre ser pensada pelas suas densas florestas, existem outros tipos de vegetação dentro da sua área, como, por exemplo, as savanas amazônicas ou campinaranas, locais onde a nova espécie ocorre. Essas formações lembram ambientes de savana, com um estrato de vegetação rasteiro contínuo entremeado por árvores e arbustos esparsos, sendo compostos por uma vegetação específica e ainda relativamente pouco conhecida. Nos últimos anos, revelamos várias espécies novas desses ambientes, que têm se mostrado um importante refúgio de biodiversidade”, destaca José Floriano Pastore, professor da Universidade Federal de Santa Catarina, que também é autor do artigo.

Os pesquisadores acreditam que novas expedições na região podem revelar novas populações da hortelã-do-campo-amazônica, mas acendem o alerta sobre a susceptibilidade da espécie para ameaças como incêndios, pressão de espécies invasoras, e, principalmente, ao desmatamento e conversão do solo para agricultura.

“Mostramos que a área de distribuição não abrange nenhuma Unidade de Conservação, apesar de um registro ser dentro de uma terra indígena, realçando a importância dessas para a conservação da flora”, destaca Raymond Harley, do Jardim Botânico Real de Kew da Inglaterra, um dos autores do artigo.

“A descoberta de novas espécies e seu mapeamento adequado é fundamental para ações de conservação, pois sabendo quais espécies existem e onde elas estão é possível direcionar essas ações para áreas prioritárias”, completa o botânico.
Com a recém-descoberta H. dorothyanum, chega a 22 o número de espécies conhecidas de hortelãs-do-campo, todas elas com ocorrência no Brasil. Ao todo, a Amazônia brasileira contabiliza 14.500 espécies de plantas e fungos, sendo 2.630 exclusivas do bioma.

“Esse número tende a aumentar bastante à medida que os estudos vão avançando. A Amazônia é o domínio brasileiro menos coletado e estamos em uma corrida contra o tempo para tentar descrever essa biodiversidade antes que algumas espécies possam ser extintas”, destaca Paulo Takeo Sano da da Universidade de São Paulo (USP), que também participou da pesquisa.

  • Por Tião Maia, do Contilnet.
Por: redação.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.