Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Cruzeiro do Sul assina convênio de R$ 310 mil para implantação do Programa Família Acolhedora no município
  • Governo Federal anuncia R$ 2,2 bi para tratamentos contra o câncer pelo SUS
  • Menino de 5 anos flagra estupro da irmã e ajuda a prender vizinho idoso
  • Mãe é presa após filho de dois anos defecar duas camisinhas na creche
  • Morador se surpreende com jiboia dentro da própria casa; veja vídeo
  • Solteira, Paolla Oliveira faz ‘ensaio’ em praia na Itália: ‘Leveza de desacelerar’
  • Homem é baleado após reagir à invasão de criminosos em apartamento no AC
  • Museu de Sena Madureira: um patrimônio que clama por preservação
  • Friale dá detalhes de nova friagem que vai chegar ao Acre: “Mais duradoura”
  • Apostas de Rio Branco batem na trave e faturam mais de R$ 130 mil na Mega-Sena
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, maio 16
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Acre

Sequência de cheias e secas extremas estão empobrecendo o Acre, dizem especialistas

Por Redação Juruá em Tempo.25 de maio de 2023Updated:29 de maio de 20233 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A Assembleia Legislativa do Acre realizou nesta quinta-feira (25) uma audiência com o tema “Rio Acre, das cheias às secas extremas” para debater a situação do principal manancial abastecedouro das cidades do Vale do Acre, especialmente Rio Branco. Anualmente, o Rio Acre perde 8 centímetros de lâmina d’água. Está secando em ritmo acelerado, segundo os cientistas.

Ativistas sociais, políticos, gestores públicos, representantes dos órgãos ambientais e pesquisadores, como Claudemir Mesquita e Foster Brown, estiveram participando da iniciativa da Mesa Diretora da Aleac.

“Hoje pela manhã a primeira coisa que fiz foi ir às margens do Rio Acre e vi um ambiente descuidado”, disse Mesquita, fazendo críticas às instituições que gastaram milhões de reais com pontes sobre rios que não garantem perenidade. Conforme o especialista, a cheia de 2015 mostrou que as enchentes reduziram o ciclo. O projeto da Estrada do Pacífico, segundo ele, foi “criminoso” para o Rio Acre.

“Somente para Rio Branco, o Rio Acre gera R$ 45 milhões em recursos financeiros a partir do negócio da extração de areia, tratamento da água, lavagem de carros e etc, mas é bombardeado diariamente com mais de 60 mil litros de esgoto produzidos na capital. Em 15 anos, o volume de esgoto e agroquímicos será maior que o de água no Rio Acre, mantidos os números atuais”, destaca Mesquita.

Já o professor Foster Brown disse que o prejuízo em 2015 com as enchentes oscilou entre R$ 200 e R$ 600 milhões somente em Rio Branco e isso sem levar danos psicológicos e sociais, além de um empobrecimento invisível do Estado em função dos eventos extremos. Ele recomenda à Aleac criação de lei exigindo diagnóstico pós-eventos.

Foster apresentou que mais de 50% das chuvas entre julho e agosto vem da reciclagem promovida pelas florestas na Amazônia. As florestas do Acre não suportam períodos prolongados de seca.

O pesquisador discorreu sobre problemas de saúde decorrentes do fumaceiro das queimadas. Ele apresentou outra recomendação: série de audiências públicas envolvendo países e Estados vizinhos.

A diretora do Instituto do Meio Ambiente do Acre (IMAC), Paola Daniel, disse que é necessária uma reflexão, pois a adesão ao tema é baixa. “Poucas pessoas e instituições se interessam. Muito difícil convencer pessoas a investirem nessa área, pois é tudo de longo prazo”, disse, apresentando a dualidade dos extremos vividos pelo Acre, secas ou cheias extremas, defendendo a educação ambiental como meio de avançar o debate.

O ativista Jesus Bayma, de Porto Acre, disse que ali é o município onde mais se produz melancia, mas os frutos já não tem o mesmo peso de antigamente. Já o secretário de Meio Ambiente de Porto Acre, Raimundo Bezerra, deixou um alerta: a cheia ocorrida naquela cidade elevou o nível do Rio Acre muito rapidamente, algo novo para a região. “Estamos ilhados por rio”, disse, informando não haver condição de navegação pelo Rio Acre.

“Vamos fazer um relatório sobre esta audiência e vamos encaminhar para os órgãos e a nossa Comissão de Meio Ambiente”, disse o presidente da Aleac, deputado Luiz Gonzaga (PSDB).

  • Por Marcos Venicios, do AC24horas.
Por: redação.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.