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quarta-feira, abril 17, 2024

Banda de Fanfarra da Escola Professor Flodoardo Cabral alega ter instrumentos alugados pela diretoria, sem autorização

Por Redação O Juruá em Tempo.

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Na noite desta quarta-feira (14), um vídeo circulou nas redes sociais, onde os integrantes da Banda de Fanfarra Marcial da Escola Professor Flodoardo Cabral (Banflocabral) alegam o descaso da Diretora Lucilene ao emprestar os instrumentos sem autorização para a prefeitura de Porto Walter, no qual a banda estaria ensaiando para realizar uma apresentação no aniversário da cidade do município de Porto Walter.

Mediante o vídeo gravado, o regente da banda, Paulo Torres acusa a diretora de ter feito a compra de instrumentos novos para a fanfarra, porém a banda nunca recebeu e a gestora alega ter perdido a nota fiscal da compra.

“Sabemos que o Governo Federal distribui um recurso para as necessidades escolares, que também deveria ser destinada à fanfarra. Porém, desde quando a diretora iniciou sua gestão, não recebemos recursos para a reposição de materiais, compra de instrumentos e para a confecção da farda”, relatou um dos integrantes da Banflocabral.

Referente ao acontecimento da noite desta quarta-feira (14), a banda argumenta não ter conhecimento do empréstimo e que só souberem após chegarem na escola para realizar o ensaio. Dessa forma, o regente da banda deslocou-se ao barco onde estava a instrumentação para fazer o recolhimento.

O OUTRO LADO DA HISTÓRIA:

Lucilene Oliveira, gestora da Escola Flodoardo Cabral afirma ter feito uma reunião com regente da banda e explicado toda a situação do empréstimo, por isso, Paulo Torres teria conhecimento da destinação dos instrumentos.

Dessa forma, a diretora justifica que a escola não aluga instrumentos, o que aconteceu foi um empréstimo, por conta da parceria entre instituições. Além do mais, foi assinado um termo de compromisso.

Em relação aos recursos, a diretora afirma ter recebido no ano de 2022. “O recurso vem para a escola uma vez por ano, R$15.000 reais dividido em três etapas, R$8.000 reais para a compra de instrumentos, R$2.000 reais para o conserto e R$5.000 reais para o pagamento de coreógrafos e instrutores. Em 2020 esse recurso não foi recebido por conta da pandemia, em 2021 também não, em 2022 esse recurso veio e fizemos todo a compra e os pagamento, inclusive temos as notas fiscais”, informou.

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