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Na Aleac, Edvaldo Magalhães denuncia conflitos agrários na regional Tarauacá-Envira

Por Redação Juruá em Tempo.21 de junho de 20232 Minutos de Leitura
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O deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) usou a tribuna da Assembleia Legislativa do Acre nesta quarta-feira (21) para denunciar um fato que vem ocorrendo na região de Tarauacá e Feijó. Com o anúncio, do governo federal de regulamentar o comércio de crédito de carbono, está havendo uma corrida por parte de supostos proprietários de grandes seringais para a implantação de projetos de comercialização de carbono, sem levar em consideração as populações tradicionais. Ele pontou que essas populações estão sendo amedrontadas, com falsos discursos.

“O Acre tem um ativo ambiental enorme que precisa ser explorado. Sabe onde está o problema? É que aparece agora proprietários ‘antigos’. Chegam em regiões como Tarauacá e Feijó. Eles aparecem para os moradores que estão ali há 20 anos, há 30 anos, dizendo: ‘olha agora temos um projeto de carbono, vocês serão proibidos de tudo. Vocês não podem mais botar um roçado. Essa área é minha. Para sobreviver aqui tem que congelar a atividade de vocês’. Isso está gerando intranquilidade e conflito para famílias do Rio Tarauacá, do Rio Muru, do Jurupari, no Alto e Baixo Envira. Estou fazendo esse registro porque esse tema vai vir forte para esta Casa em breve. Primeiro, quem faz esse tipo de afirmação está mentido para os posseiros”, disse Edvaldo Magalhães.

Ele acrescentou que “é impossível você certificar um projeto de comercialização desse ativo ambiental, que popularmente se chama comercialização do carbono, com conflitos fundiários. A primeira questão que precisa ser resolvida é regularização fundiária. Ninguém compra carbono onde tem conflito. É preciso que as forças que atuam dentro desse movimento rural apoiem esses moradores para que as suas propriedades que já tem direito a usucapião há muitos anos sejam regularizadas dentro do modulo de propriedade da Amazônia”, pontuou.

O parlamentar afirmou que vai seguir denunciando essa situação. “Ninguém vai registrar um projeto de regularização de carbono transformado o morador tradicional na primeira vítima”

Por: Assessoria.
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