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sábado, junho 15, 2024

Apenas 7% dos acreanos tomaram dose de reforço bivalente contra a Covid-19 em 2023

Por Dell Pinheiro, dA Gazeta do Acre.

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De acordo com boletim da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre), são armazenados e distribuídos, nos 22 municípios acreanos, 48 imunobiológicos, incluindo vacinas, soros e imunoglobulinas, com a mais variada combinação para proteção de inúmeras doenças imunopreveníveis (que podem ser evitadas, ou que seus sintomas possam diminuir consideravelmente), como é o caso da Covid-19.

Com uma nova variante do coronavírus Sars-CoV-2, a EG.5, o enfrentamento da doença está sendo intensificado no Estado para evitar a disseminação.  De acordo com a Secretaria de Saúde (Sesacre), o uso de máscara e álcool em gel se faz necessário novamente para ‘quebrar’ a cadeia de transmissão do vírus, além da vacinação, um dos principais métodos para prevenir a evolução de casos positivos para quadros graves.

Em relação à imunização, o boletim de coberturas vacinais no Acre demostra que a procura pelas doses de reforço no ano 2023 com imunobiológico bivalente contra Covid-19 estão muito abaixo do esperado (7,18%). Os municípios que mais se destacaram em relação à aplicação de doses foram Jordão, com 16,18%, Santa Rosa do Purus, com 14,90%, e Feijó, com 14,30%.

Segundo a Sesacre, para análise da campanha de cobertura vacinal de reforços contra Covid-19, realizada desde 2021, são desconsideradas as doses de reforço que foram realizadas com as vacinas monovalente, devendo ser avaliada apenas os pacientes que receberam a dose de reforço a partir deste ano com o imunobiológico bivalente, que até a presente data é produzida apenas pelo Laboratório Pfizer.

“A covid-19 deixou de ser uma emergência pública. As vacinas passaram a ser aplicadas de forma rotineira, em todos os municípios acreanos, que estão abastecidos com as doses para atender a demanda da população. As pessoas devem continuar mantendo a vacinação em dia, pra evitar a contaminação de forma mais grave, principalmente agora, que surgiu uma nova variante, que apesar de ser altamente contagiosa, tem o um teor mais inofensivo”, frisou a assessoria de comunicação da Sesacre.

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