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domingo, maio 26, 2024

Acre já recebeu R$ 53 milhões do Fundo Amazônia, diz Folha

Por Redação O Juruá em Tempo.

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O governo federal anunciou na última semana, o repasse de R$ 600 milhões provenientes do Fundo Amazônia. O recurso, financiado pelo BNDES e gerido pelo Ministério do Meio Ambiente, será destinado a apoiar municípios brasileiros no combate ao desmatamento e incêndios florestais.

No Acre Feijó, Sena Madureira, Rio Branco e Tarauacá, irão receber recursos do Fundo, com um foco particular em Feijó, que lidera os índices de desmatamento no estado.

Na sexta-feira, 15, o jornal Folha de São Paulo, publicou uma matéria apresentando dados da DW em colaboração com o BNDES, além de alguns projetos que foram beneficiados no Acre.

Três projetos no Estado foram mencionados pelo jornal:

– O projeto extrativista de produção de polpas de frutas em uma comunidade do povo Ashaninka, na Terra Indígena Kampa do Rio Amônia, recebeu R$ 6,6 milhões entre 2015 e 2018, permitindo o desenvolvimento da produção de frutas típicas.

– Um projeto que recebeu R$ 6,4 milhões entre 2015 e 2017, e que abrange uma área na tríplice divisa entre o Acre, Amazonas e Rondônia, conhecida pelos intensos conflitos agrários, a AMACRO. O Fundo Amazônia financiou a estruturação de unidades de processamento de frutas, secagem e extração de óleo, promovendo atividades sustentáveis na produção de cupuaçu, pupunha e açaí.

– O Fundo Amazônia também disponibilizou aproximadamente R$ 53 milhões até 2019 para apoiar diretamente o governo do Acre na melhoria de sua capacidade de reduzir o desmatamento. Esse montante foi utilizado na aquisição de sistemas de monitoramento e controle, além de treinamento de funcionários para análise de imagens de radar, entre outros fins. O Instituto de Meio Ambiente do Acre também se beneficiou com recursos do FA, empregando-os na reforma de sua sede, aquisição de mobiliário, computadores e veículos.

É importante ressaltar que Fundo Amazônia foi suspenso durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. No entanto, após a posse do presidente Lula, a Alemanha, uma das maiores doadoras do Fundo, anunciou que desbloquearia o valor de R$ 1 bilhão para o programa.

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