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segunda-feira, maio 20, 2024

Após adiar chegada ao Acre, ministra Sonia Guajajara está no interior para participar de festival indígena

Por Redação O Juruá em Tempo.

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A ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, chegou ao Acre na manhã deste sábado (2) para participar do Festival Mariri, na Aldeia Mutum, às margens do Rio Gregório, em Tarauacá, no interior do estado. A chegada da comitiva do ministério estava prevista para essa sexta-feira (1), mas foi adiada por conta de agendas em Brasília.

Acompanhada da deputada federal Célia Xakriabá (PSOL-MG), a ministra chegou em Cruzeiro do Sul para então seguir rumo à terra indígena. Em um vídeo publicado nas redes sociais, a ministra ressaltou a importância do festival e da valorização das culturas nos territórios indígenas.

“A gente vai mostrar para vocês toda essa diversidade de cultura de povos que a gente tem no nosso Brasil profundo”, disse.

Festival Mariri

Festival celebra a cultura do Povo Yawanawá — Foto: Jardy Lopes/Arquivo pessoal

É uma semana de cânticos, reza, dança, cura, da expressão artística e cultural e espiritual. “Todos os Yawanawá já chegaram na Aldeia Mutum, está tudo preparado, chega a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara”, confirmou Joaquim Tashka, coordenador geral dos festivais.

A abertura da festival contará com a deputada federal e presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Joênia Wapichana, a deputada federal de Minas Gerais (MG) Célia Xakriabá e representantes do governo estadual.

“Todos os anos, o Mariri celebra a vida, nossos ancestrais e a espiritualidade Yawanawá . Paramos uma vez por ano para fazer isso. Vamos celebrar também meus 50 anos”, celebrou.

Público de quase 2 mil pessoas

Ainda segundo o coordenador, é esperado que quase duas mil pessoas passem pela aldeia durante a festividade. O festival é um dos mais tradicionais do estado e ocorre desde 2013.

Durante a celebração, os turistas têm acesso ao chá ayahuasca, usam rapé de tabaco e a vacina do sapo.

“Vêm pessoas do mundo todo celebrar com a gente. O Mariri Yawanawá é muito intrínseco, é uma cura pessoal, até nós da aldeia esperamos o ano todo por ele. Paramos para celebrar a vida, a natureza”, concluiu.

  • Fonte: g1 AC.
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