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Jovem acreana com ossos de vidro volta a pedir doações na web: ‘Não vivo, sobrevivo’

Por Redação Jurua em Tempo14 de setembro de 2023Updated:15 de setembro de 20232 Minutos de Leitura
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Francisca Vitoria Tavares, de 19 anos, vive em Rio Branco e é portadora da doença Osteogênese imperfeita, “ossos de vidro”, caracterizada por ossos frágeis que se quebram com facilidade. A jovem usou as redes sociais para pedir doações, relatando estar passando por dificuldades financeiras.

Francisca mora com o namorado, e ambos estão desempregados. Nesta terça-feira (12), ela contou que precisa pagar aluguel e que tem mudado de apartamento constantemente, o que tem causado gastos elevados. Ela afirma que, por problemas na moradia atual, precisará se mudar mais uma vez.

A jovem explicou que recebia o Benefício de Prestação Continuada (BPC), mas após precisar fazer um empréstimo para comprar móveis, perdeu o auxílio. Em decorrência da doença, Vitória diz que não tem condições de trabalhar fora de casa. Ela atua como maquiadora, mas precisaria que o serviço fosse feito em sua casa, e não tem encontrado oportunidades. O namorado realiza “bicos”, com os quais consegue ganhar entre R$ 15 e R$ 20.

A jovem também tem problemas de ansiedade e crises de pânico, transtornos que surgiram depois da morte de Gael, seu filho, em 2021.

“Quantas vezes eu não tinha o básico pra sobreviver? Hoje em dia eu não vivo, eu sobrevivo, e a minha situação hoje é a realidade de muita gente. Minha doença me traz muitas limitações, e às vezes me faz acreditar que eu só vim nesse mundo para passar por situações que fazem eu pensar em desistir todos os dias. Hoje em dia, eu só queria o básico, uma casa, ter o que comer todos os dias, e poder viver tranquila, com pelo menos alguma qualidade de vida e saúde”, declara.

Desde os 10 anos de idade, Vitória precisa de cadeira de rodas para se locomover, e chegou a fazer uma campanha de arrecadação para adquirir um novo equipamento, em dezembro de 2021, pois o seu estava desgastado.

“Tem dois meses que eu não faço feira. Eu estava sobrevivendo com o que eu já tinha das outras feiras que fiz, porque eu fazia feira grande. Agora, fiquei sem nada praticamente, e resolvi pedir ajuda, porque muitas vezes já tive pessoas que já me ajudaram, e eu estava sem saber o que fazer, porque realmente eu não tenho como trabalhar”, lamenta.

Por: Redação O Juruá em Tempo
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