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Polícia

Corpo de homem com sinais de tortura é encontrado em matagal de ramal em Rio Branco

Por redação. 05/02/2024 15:26
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O corpo encontrado na manhã desta segunda-feira, 5, no km 11 da estrada do Mutum, em Rio Branco, Acre, foi identificado como Fernando dos Santos Gomes. A descoberta, que inicialmente chocou a comunidade local pela brutalidade, revelou detalhes ainda mais perturbadores após investigações iniciais. Segundo as autoridades, a causa da morte de Gomes foi provavelmente um violento espancamento.

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De acordo com as informações obtidas pela perícia, Gomes teria sido morto em outro local e seu corpo desovado na área rural apenas na madrugada de hoje. A condição do cadáver, com partes significativamente enrugadas, sugere que a morte ocorreu possivelmente devido a choques, antes de ser movido. O estado avançado de decomposição, agravado pelo odor, indica que a morte ocorreu pelo menos 24 horas antes de o corpo ser encontrado, uma teoria que é apoiada pela ausência de chuva na região, que poderia ter afetado a condição do corpo de outra maneira.

A cena foi descoberta por um morador local que imediatamente acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), cujos socorristas confirmaram a morte ao chegarem no local. A Polícia Militar, especificamente militares do terceiro batalhão, foram os primeiros a atender à ocorrência, confirmando as informações recebidas e comunicando o caso ao Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM).

O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para realizar a remoção e análise do corpo. A perita criminal Simone Haeser, responsável pela análise no local, relatou múltiplas marcas de tortura no corpo da vítima, incluindo queimaduras que sugerem o uso de um ferro de passar roupas e ferimentos possivelmente causados por uma arma branca nas costas. No entanto, foi um severo trauma na região da cabeça, consistentente com golpes de um objeto contundente, que provavelmente causou a morte de Gomes.

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Além das marcas de violência, a vítima foi encontrada com os pés e mãos amarrados, reforçando a brutalidade do ato. Agentes da Equipe de Pronto Emprego (EPE) foram destacados para coletar informações no local, as quais serão essenciais para o relatório sobre o homicídio. Este relatório será posteriormente encaminhado para a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que conduzirá as investigações para elucidar o caso e buscar justiça para Fernando dos Santos Gomes.

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