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Tacacazeiras do Acre poderão ter ofício registrado e protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico

Por Redação Juruá em Tempo.27 de fevereiro de 2024Updated:28 de fevereiro de 20242 Minutos de Leitura
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Alimento típico da Amazônia, o tacacá pode se tornar patrimônio cultural do Brasil. Com isso, tacacazeiras de todo o Acre poderão ter o ofício de preparo da iguaria registrado e protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

A iniciativa é do Núcleo de Estudos Interdisciplinares em Sociedades Amazônicas, Cultura e Ambiente da Universidade Federal do Oeste do Pará (Sacaca/Ufopa), que esteve no Amazonas, neste final de semana, para dar início às pesquisas sobre o tema.

Em breve, o Acre e demais estados da Amazônia também receberão a visita dos pesquisadores, que orientarão sobre o processo de registro do ofício junto ao Iphan. Eles ouvirão as detentoras para, juntos, pensarem estratégias de pesquisa e acompanhamento.

A ideia é valorizar o modo de fazer, servir e vender o alimento, que tem em seu ingredientes, além de subprodutos da macaxeira e ervas, muita tradição e saberes especiais. Isso sem contar a importância econômica para as famílias que comercializam o tacacá.

“Quando um bem, seja ele material ou imaterial, é registrado, ele oficialmente passa a ser protegido. Um esforço é direcionado para que ele possa continuar a ser passado de geração a geração, com uma política voltada para aquela atividade”, disse a superintendente do Iphan no Amazonas, Beatriz Calheiro.

Entre os pontos discutidos no encontro-piloto realizado no Amazonas estão as dificuldades enfrentadas por quem vende o tacacá, como o preço dos ingredientes, as mudanças climáticas e a falta de garantia de direitos trabalhistas e previdenciários para as tacacazeiras.

  • Fonte: A Gazeta do Acre.
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