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Índios fazem Procurador da República e servidores federais de reféns em Cruzeiro do Sul

Por Redação Juruá em Tempo.13 de março de 2024Updated:13 de março de 20242 Minutos de Leitura
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Nesta quarta-feira, 13, indígenas da etnia Noke Koi, os Katukina, da BR-364, em Cruzeiro do Sul, detiveram na Terra Indígena, o procurador da República, Luidgi Merlo, 4 servidores do IDAF e outros do IBAMA, além de pessoas envolvidas na construção do linhão de energia elétrica, que está sendo implantado na região, como o ex secretário de Planejamento do Acre, Gilberto Siqueira. Eles alagam danos ambientais devido à construção do linhão de energia elétrica que passa em 18 quilômetros da TI e querem ser ressarcidos.

O chefe do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre, IDAF, Francisco Thum, disse que ficaram reféns o diretor administrativo Rafael Melo, a diretora jurídica, Alderlane Camilo, o chefe da TI, David Arcer, e o motorista Elson Gama, que foram ao local tratar de um Termo de Referência. “Os índios estavam exigindo R$ 30 milhões para liberar as pessoas. A Polícia Federal e o Ministério Público Federal foram acionados”, conta.

O Indigenista Antônio Macedo, que também estava no local, disse que todo o grupo já foi liberado.

“Os indígenas querem receber R$ 100 mil por cada uma das 37 torres do linhão que passa dentro da Terra Indígena deles. Também querem R$ 500 mil por cada uma das 10 árvores de samaúma, que já foram e que serão derrubadas para dar lugar às torres. E buscam ainda a criação de um fundo”, relatou Macedo.

  • Matéria em atualização.
Por: Redação O Juruá em Tempo.
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