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Transmissora Acre diz que passou o linhão na Terra Indígena a pedido dos próprios Katukinas

Por Redação Juruá em Tempo.14 de março de 2024Updated:15 de março de 20242 Minutos de Leitura
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A empresa Transmissora Acre, que está fazendo a instalação do linhão de energia elétrica de Rio Branco a Cruzeiro do Sul pela BR-364, se posicionou nesta quinta-feira, 14, sobre o protesto dos indígenas Noke Koi, os Katukinas, contra a obra.

Na quarta-feira, 13, ocorreu uma reunião entre os Katukinas, Ibama, Ministério Público Federal e representantes da empresa. Durante a reunião, os indígenas se exaltaram e utilizaram um trator para obstruir a saída dos servidores. Alegando prejuízo ambiental em suas terras, reivindicaram uma quantia em dinheiro para manter em funcionamento os aviários, casa de farinha, produção de derivados de cana-de-açúcar e açudes, além de um fundo para a associação deles.

Por meio da assessoria de comunicação, a Transmissora Acre esclareceu que possui o contrato de concessão com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para a instalação da linha de transmissão de energia, que já traz benefícios para toda a população e favorece o meio ambiente, evitando o consumo de milhões de litros de óleo diesel por mês.

“A linha de transmissão corta a reserva indígena Campinas Katukina por solicitação da comunidade indígena, pois inicialmente a linha contornava a reserva e causaria a abertura de acessos em plena Floresta Amazônica, propiciando uma situação de vulnerabilidade para as aldeias com relação a possíveis invasões”, esclarece a empresa, afirmando que obedece rigorosamente todas as condições especificadas no Estudo do Componente Indígena – CI-PBA, aprovado pela comunidade indígena e pela Funai, e o Plano Básico Ambiental – PBA, aprovado pelo Ibama.

“Na vistoria realizada, não foi constatado nenhum desvio com relação aos serviços executados e respectivos projetos e sim, houve novas reivindicações realizadas pela comunidade indígena que não estavam nos respectivos projetos já aprovados. A Transmissora aguarda a notificação do Ministério Público para avaliar a situação e tomar as possíveis ações necessárias”, concluiu a Transmissora Acre.

Por: Redação O Juruá em Tempo.
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