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Edvaldo Magalhães defende mutirão de negociações com categorias da Segurança Pública antes da abertura da janela fiscal

Por Redação Juruá em Tempo.25 de abril de 20242 Minutos de Leitura
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O deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) defendeu “um mutirão de negociações” entre sindicatos, associações e Assembleia Legislativa com a equipe de governo para tratar as particularidades de cada categoria que compõe a Segurança Pública do Acre. Em sua fala, o parlamentar disse que isso deve ser feito agora, antes da abertura da janela fiscal, oportunizada pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

“A minha sugestão, e aí o governo tem condições de fazer isso, se decidir por esse caminho. É uma decisão política, é uma escolha. A gente vai botar luz sobre essas demandas da Segurança Pública. Tem planos que vão precisar se elevados, outros nem tanto. Aí não quero dizer que tem um primo rico e um primo pobre, não. Só quero dizer que, como são diferentes, os tratamentos precisam ser diferentes. Não pode dar tratamento igual a coisas diferentes. E fazer essa discussão para estar com um acordo feito para quando abrir a janela da responsabilidade fiscal, por que se não, se começa a conversa quando a janela abre e antes que a conversa termine, a janela se fecha. E aparece muita demanda quando a janela se abre, inclusive do próprio governo”, disse Edvaldo Magalhães.

A audiência pública contou com as presenças dos secretários de Estado, José Américo Gaia, da Segurança Pública, e Luiz Calixto, adjunto de Governo, além de presidentes de associações de militares, sindicalistas que atuam na defesa dos direitos dos policiais civis, penais e de agentes do Instituto Socioeducativo (ISE), além das presenças do juiz de Direito, Fábio Alexandre, representando o Tribunal de Justiça do Acre, e do defensor público, Celso Araújo, representando a Defensoria Pública do Estado (DPE).

Ainda em sua fala, Edvaldo afirmou que “a Assembleia, como a casa da mediação, precisa também apontar caminhos”, auxiliando as categorias para a unificação das pautas, mesmo que “minimamente, é fundamental”.

Por: Assessoria.
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