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Laudo: enfermeira morta após perseguição policial não consumiu drogas e arma não tinha seu DNA

Por Redação Juruá em Tempo.1 de abril de 2024Updated:3 de abril de 20242 Minutos de Leitura
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O laudo pericial da morte da enfermeira Géssica Melo de Oliveira, 32 anos, atingida por dois disparos pelo Grupo Especial de Fronteira (Gefron) durante uma perseguição na BR-317, em Capixaba, no final do ano passado.

No laudo, a perícia identificou que na arma encontrada com ela no local do acidente, não há DNA da enfermeira. “NEGATIVO para traço de DNA recente compatível com o DNA de Géssica Melo de Oliveira, sendo desta feita POSITIVO para a presença de traços genéticos MASCULINOS, na estrutura da arma, carregador e munições”, diz trecho do laudo.

“A perícia comprovou que a arma foi plantada no local e que não houve confronto e que a vítima já chegou morta, o caso é de dezembro do ano passado. Foi confirmado as fraudes através de investigação conduzida pelo ministério público, é um caso gravíssimo”, disse a defesa dela ao ContilNet.

A defesa ainda disse que o laudo aponta que não houve confronto entre Géssica e a policial. A conclusão acompanha a tese defendida pelos advogados da enfermeira, que alegam que a arma foi plantada na cena. “A perícia confirma que Gessica nem sequer tocou na arma. Foi plantada por um homem”, afirma.

O laudo aponta também que os disparos que mataram a enfermeira partiram das armas dos policiais. “Ela foi executada”, disse a defesa.

Além disso, no laudo, a perícia detectou que não há a presença de álcool ou drogas nas amostras colhidas. De acordo com o laudo, foi constatado apenas a presença de medicamentos antidepressivos, tese defendida pela defesa da enfermeira desde a abertura do inquérito.

  • Por ContilNet.
Por: Redação O Juruá em Tempo.
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