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Acre registra 57 mortes violentas no primeiro trimestre de 2024

Por Richard Silva, dO Juruá em Tempo. 08/05/2024 07:08 Atualizado em 09/05/2024 16:40
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De acordo com o Observatório de Análise Criminal divulgado pelo Ministério Público do Estado, o Acre registrou 57 mortes violentas no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2023.

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As mortes violentas incluem os homicídios dolosos consumados, feminicídio, latrocínios, mortes decorrentes de intervenção policial em serviço e fora de serviço e lesão corporal com resultado morte.

Conforme os dados, no mês de janeiro deste ano foram registradas 26 mortes violentas. Em fevereiro, foram 16 e no mês de março houveram 15 registros. Assim, o número de mortes violentas entre janeiro e março de 2024 se manteve o mesmo que o registrado no primeiro trimestre de 2023.

Em relação aos 57 casos registrados este ano, 52 foram homicídios dolosos consumados, dois feminicídio, um latrocínio, uma morte decorrente de intervenção policial e uma lesão corporal com resultado morte.

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Em 2023, foram 53 homicídios dolosos, um latrocínio e três mortes decorrentes de intervenção policial, sendo que o número de mortes violentas entre janeiro e março de 2024 se manteve o mesmo que o registrado no primeiro trimestre de 2023.

Somente na capital acreana, as mortes violentas tiveram um salto de 50% este ano. Segundo o observatório do MP-AC, entre janeiro e março de 2024, 36 pessoas foram mortas no estado, enquanto no mesmo período de 2023 haviam sido 24.

Dessa forma, o observatório trouxe ainda a quantidade de mortes violentas até março nos últimos seis anos. Em 2019 foram contabilizadas 87 mortes e em 2020 foram 97 casos, a maior quantidade da série histórica.

Já em 2021 os dados mostram que o número foi reduzido para 63, e, e, 2022 continuou baixando, chegando a 46 ocorrências. Porém, em 2023, houve um aumento nos registros, totalizando 57, número que se manteve em 2024.

Levando em consideração esses números por grupo de 100 mil habitantes, o Acre, que vinha se mantendo até 2015 abaixo da taxa nacional, apresentou nos anos de 2016 e 2017 um crescimento expressivo, saindo de uma média de 20 a 27 casos para cada 100 mil habitantes para uma taxa de 47,5 e 67,4, nos anos de 2016 e 2017, respectivamente. Em 2024, a taxa está em 30,2 mortes violentas por grupo de 100 mil habitantes.

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