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‘Meu coração dizia que ele não tinha morrido’, diz mãe que reencontrou filho sequestrado após 34 anos no AC

Francisco Josenildo e sua mãe biológica, Iraci Feitosa, se reencontraram após 34 anos em Rio Branco (AC) — Foto: Arquivo pessoal
Francisco Josenildo e sua mãe biológica, Iraci Feitosa, se reencontraram após 34 anos em Rio Branco (AC) — Foto: Arquivo pessoal

“A gente nunca deve desistir”, a frase que poderia soar clichê se dita por outra pessoa, vinda de Iraci Feitosa da Silva, de 67 anos, é apenas o resumo da história dela e do filho, o vigilante acreano Francisco Josenildo da Silva Marreira Tigre. Dos 48 anos de vida, ele ficou 34 anos desaparecido, separado da família biológica e, principalmente, da mãe que, mesmo após três décadas, nunca desistiu da possibilidade de reencontrá-lo.

A história começou quando o pai de Josenildo foi assassinado em Rio Branco, em 1983. O menino, que tinha 11 anos quando foi raptado enquanto vendia salgados, é o mais velho entre os sete filhos da técnica de enfermagem aposentada Iraci Feitosa da Silva, que tinha 31 anos quando ele desapareceu.

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