Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • “Lágrima” é preso por liderar esquema de apostas ilegais no centro de Rio Branco
  • Sábado será de calor, sol entre nuvens e possibilidade de chuvas rápidas no Acre
  • IBGE aponta Acre entre os estados mais pobres do Brasil mesmo com avanço da renda nacional
  • “Nós não sabíamos se eram um, dois ou 15 [atiradores]”, relata sobrevivente de ataque em escola do Acre
  • Urgente: governo do Acre prorroga suspensão das aulas presenciais na rede estadual após ataque em escola
  • Prepare o agasalho: Domingo será de frio intenso e chuvas fortes no Acre, diz Friale
  • Saúde de Porto Walter fortalece programa ao entregar equipamentos para atender pacientes com deficiência e crianças neuro divergentes 
  • Prefeitura de Cruzeiro do Sul inicia nesta sexta-feira atendimentos da Carreta da Saúde da Mulher
  • Corpo de homem decapitado em área rural de Mâncio Lima é identificado; polícia investiga execução
  • Drogaria do Trabalhador promove ação especial de Dia das Mães neste sábado em Cruzeiro do Sul
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, maio 9
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

PMs denunciados pela morte de enfermeira no Acre têm prisão preventiva decretada

Por Redação Juruá em Tempo.28 de junho de 20243 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

A Justiça do Acre aceitou a denúncia contra os dois policiais militares Cleonizio Marques Vilas Boas e Gleyson Costa de Souza acusados de envolvimento na morte da enfermeira Gessica Melo de Oliveira, ocorrida no dia 2 de dezembro de 2023, na BR-317, em Senador Guiomard.

Ainda na decisão, a Justiça substituiu a prisão domiciliar por preventiva dos acusados. Agora os PMs devem ser levados a uma unidade prisional militar.

Os dois foram denunciados pelo Ministério Público do Estado do Acre (MP-AC) por homicídio duplamente qualificado (motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima) e fraude processual. Um deles também foi denunciado por porte ilegal de arma de fogo.

Na denúncia, o MP-AC solicitou ainda a prisão cautelar dos acusados, a perda de seus cargos e uma indenização mínima de R$ 100 mil para a família da vítima.

Na decisão em que aceitou a denúncia e decretou prisão preventiva dos militares, o juiz Romário Divino Faria, da Vara Criminal da Comarca de Sena Madureira, informou que a medida visa garantir a ordem pública. E considerou ainda que Cleonizio Marques Vilas Boas possui reiteração criminosa, já que respondeu pela morte de outra jovem em um confronto.

Relembre o caso

De acordo com a denúncia, os acusados, juntamente com outros policiais, tentaram abordar a jovem Géssica Melo após ela não parar em uma barreira policial.

Os policiais teriam dispararam várias vezes contra o veículo da enfermeira, que estava em estado de abalo psicológico e desarmada. Os tiros causaram a perda de controle do veículo e a morte de Géssica.

Após os disparos, os policiais removeram o corpo da enfermeira do local sob a alegação de prestar socorro. No entanto, segundo a denúncia, a intenção real era alterar a cena do crime.

Um dos policiais teria deixado uma arma de fogo ilegal na cena para incriminar a vítima. A arma, de uso restrito e origem ilícita, não apresentava vestígios de material genético de Géssica, conforme os laudos periciais, mas continha DNA masculino, o que reforçou a tese de adulteração.

Investigação e indiciamento

O inquérito que investigou a morte de Géssica Melo, de 32 anos, foi concluído no último dia 17 de junho, após seis meses de investigações.

O delegado de Polícia Civil, Rômulo Barros Alves de Carvalho, indiciou os sargentos da Polícia Militar do Acre (PM-AC), Gleyson Costa de Souza e Cleonizio Marques Vilas Boas, por homicídio qualificado por recurso que impossibilitou a defesa da vítima, motivo fútil, em suas formas consumada e tentada, e fraude processual.

A perseguição policial que culminou na morte de Géssica ocorreu em dezembro do ano passado. Segundo o laudo pericial, a enfermeira não havia consumido drogas e nem tinha tocado na arma encontrada próximo ao seu carro, que não continha seu DNA, mas sim traços genéticos masculinos.

O relatório detalhou que Géssica foi morta por 13 disparos de fuzil, efetuados pelos policiais.

  • Fonte: A Gazeta do Acre.
Por: Redação O Juruá em Tempo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.