Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Motorista de aplicativo é feito refém durante roubo a loja de confecções em Cruzeiro do Sul
  • Em Cruzeiro do Sul, mulher monitorada perde guarda do filho e ameaça matar a própria mãe
  • Toffoli se declara suspeito para julgar prisão de Vorcaro
  • Whatsapp anuncia controle parental para contas de menores de 13 anos
  • Mega-Sena sorteia nesta quinta-feira (12) prêmio acumulado em R$ 65 milhões
  • Alta no preço do combustível preocupa mototaxistas em Cruzeiro do Sul
  • Homem que estava desaparecido em floresta retorna para casa em Porto Walter
  • PRF apreende caminhão com madeira irregular em Cruzeiro do Sul
  • No Acre, Força Tática do 1º BPM desarticula ponto de tráfico com pagamentos via PIX e prende dois homens
  • Vulgo “Vovozona do CV” tem Porsche de R$ 1 milhão apreendido pela polícia
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
quinta-feira, março 12
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

Falta de chuvas e queimadas afetam a qualidade do ar em Rio Branco

Por Redação Juruá em Tempo.29 de julho de 2024Updated:29 de julho de 20243 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O Centro Integrado de Geoprocessamento e Monitoramento Ambiental (Cigma) vem intensificando as ações de monitoramento no Acre, que vivencia um sério período de seca. E em Rio Branco, a falta de chuvas e as queimadas têm afetado diretamente a saúde da população, segundo o órgão, que é responsável por classificar a qualidade do ar.

São diversas as causas das queimadas e elas são classificadas em dois tipos: humanas e naturais. Na capital acreana, mesmo que a quilômetros de distância da parte alta da cidade, o cenário é de muita fumaça. E isso acontece tanto no Primeiro quanto no Segundo Distrito.

A chefe da sala de situação do Cigma, Ylza Lima, destaca que para a fumaça não há obstáculos. “Para a fumaça não existe nem fronteira, nem barreira e nem muro. Então a fumaça, dependendo da direção do vento, vai se espalhar por toda a região”.

De acordo com o Centro, os poluentes dos incêndios florestais podem permanecer no ar por semanas. “A qualidade do ar tem uma escala e nessa escala, ultimamente nos últimos dias, a gente está dentro da qualidade do ar de moderado. É claro que um dia ou outro, quando ocorrem queimadas, principalmente as queimadas que são registradas dentro da cidade, essa qualidade vai ter uma oscilação, ela vai para ruim, um pouco ruim”, explica Ylza Lima.

Além de intensificar as ações de monitoramento em todo o estado, o Cigma também faz trabalhos nos municípios com campanhas de sensibilização através de educação ambiental, reuniões e palestras.

A poluição do ar traz prejuízos à qualidade do solo e das águas, além de afetar a visibilidade e diretamente prejudicar a saúde das pessoas. “As partículas podem causar problemas respiratórios e agravar doenças existentes. Além da atuação das autoridades para o controle dos incêndios, é importante que a população adote medidas prevenção e de conscientização”, salienta Ylza.

A cabelereira Vilaci Aguiar teve que chegar cedo na Unidade de Pronto Atendimento (Upa) do bairro Sobral, em Rio Branco, para buscar atendimento para a filha, que está há dias está com sintomas gripais. Ela suspeita que a situação se agravou por conta da fumaça que estampa o céu da capital.

“Está acontecendo muito isso por conta dessa sequidão, desse calor. Ela [a filha] faz faculdade e sempre está pegando sol, pegando o ar, esse calor intenso faz com que inflame a garganta. Por conta disso, estou aqui na Upa com a minha filha e está com a garganta muito inflamada e precisa do remédio para poder voltar a estudar”, comenta Vilaci.

Pequenas atitudes do dia a dia podem fazer toda a diferença. A chefe da sala de situação faz um apelo à população para que a situação não se agrave ainda mais. “Tem que ficar de olho também no vizinho, na própria comunidade, fazer esse trabalho em conjunto, conscientizar seu vizinho de que seu filho, seu parente às vezes tem um problema respiratório, para não realizar essa queima e se conscientizar de uma forma coletiva”, pede Ylza.

  • Fonte: g1 AC.
Por: Redação O Juruá em Tempo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.