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Home»COTIDIANO

No Acre, 50% das cidades não têm vacinas suficientes para as crianças

Por Redação Juruá em Tempo.16 de setembro de 2024Updated:16 de setembro de 20242 Minutos de Leitura
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Metade dos municípios do Acre relatam que faltam vacinas em seus estoques, segundo recente estudo da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). Não há detalhamento de quais imunizantes estão faltando, mas alguns municípios sinalizaram a falta de determinadas vacinas há mais de 30 dias, outros há mais de 90 dias.

 

Numa análise por Estado, observa-se que 83,7% (128) dos municípios correspondentes a Santa Catarina relatam falta de vacinas, seguido do Pernambuco, com 80,6% (58), e Paraná, com 78,7% (155) dos municípios afetados. A vacina contra a varicela protege crianças de 4 anos contra a catapora, pois nesta idade é aplicado o reforço. O imunizante falta em 1.210 municípios respondentes, com uma média de desabastecimento superior a 90 dias.

A vacina contra a Covid-19 para crianças também apresenta escassez, afetando 770 municípios que responderam à pesquisa, com uma média de 30 dias sem o imunizante.

Além disso, a vacina Meningocócica C, que protege contra infecções graves e fatais, como a meningite, está indisponível em 546 municípios, com um período médio de 90 dias. Outras vacinas também foram registradas em falta nos municípios participantes da pesquisa, como: a Tetraviral, que combate o sarampo, a caxumba e a rubéola, em 447 municípios; a Hepatite A, em 307 municípios; e a DTP, que combate a difteria, o tétano e a coqueluche, em 288 municípios.

O Ministério da Saúde é o responsável por fazer a aquisição e a distribuição de todas as vacinas do Calendário Nacional de Vacinação para as cidades, e os Estados de proverem seringas e agulhas para os municípios realizarem a vacinação na população.

A pesquisa apontou, ainda, que há falta de vacinas contra a Covid-19 para adultos em 269 municípios. Dados da Fiocruz demonstram um crescimento de 66% de casos da doença, entre os meses de julho e agosto deste ano. Ou seja, o vírus ainda circula e continua causando infecções graves e óbitos.

Outro cenário que vem preocupando a saúde pública municipal é o surto de coqueluche, com duas mortes de crianças já confirmadas este ano. O último óbito, à título de comparação, havia ocorrido em 2021. Esta doença já afastou milhares de crianças de suas famílias nos anos 90.

  • Fonte: AC24horas.
Por: Redação O Juruá em Tempo.
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