Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Homem é morto a tiros e facadas após casa ser invadida
  • Pela segunda vez em janeiro, Rio Juruá supera cota de segurança
  • Rio Acre continua avançando e chega a marca de 15,14 metros na capital acreana
  • Erosão em ponte da BR-364 leva DNIT a iniciar obras emergenciais; reparo deve ser finalizado até terça-feira
  • Homem é atropelado ao tentar atravessar avenida em Rio Branco; motorista foge do local
  • Processo seletivo da Educação no Acre: inscrições seguem abertas; veja como se inscrever
  • O tempo fecha no Acre? Inmet coloca todo o estado em alerta para chuvas
  • Justiça recebe denúncia contra 76 alvos de operação contra o crime organizado no Acre
  • Prefeitura segue com obras para recuperar trecho da Avenida São Paulo
  • Rio Acre estabiliza e permanece com nível elevado marcando 14,99 metros em Rio Branco
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
domingo, fevereiro 1
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»TUDO AQUI 2

Incêndios no Pantanal e na Amazônia são os piores em 17 anos

Por Redação Juruá em Tempo.23 de setembro de 2024Updated:23 de setembro de 20243 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O Pantanal e a Amazônia enfrentaram seus piores incêndios em quase duas décadas, disse nesta 2ª feira (23.set.2024) o Observatório Europeu Copernicus, com base no monitoramento feito pelo CAMS (sigla em inglês para Serviço de Monitoramento da Atmosfera do Copernicus).

“De acordo com os dados do CAMS, as emissões têm sido consistentemente acima da média (até mesmo quebrando recordes nacionais e regionais), principalmente devido aos incêndios florestais severos nas regiões do Pantanal e da Amazônia, impactando severamente a qualidade do ar em toda a região”, lê-se em comunicado (íntegra, em inglês – PDF – 2 MB) do observatório.

As emissões acumuladas em 2024 em todo o Brasil foram de 183 megatoneladas de carbono até 19 de setembro. O número, segundo o Copernicus, segue “um caminho semelhante ao ano recorde de emissões em 2007”.

“As emissões em setembro, até agora, foram responsáveis ​​por 65 megatoneladas desse total”, declarou o observatório europeu, acrescentando que essas emissões se devem, “em grande parte”, aos incêndios florestais da região amazônica.

Nessas regiões, “o total anual acumulado estimado de emissões de carbono é o mais alto nos 22 anos”. 

O ano de 2007 foi o que o Brasil mais registrou focos de incêndio. Foram mais de 939 mil. Até o domingo (22.set), o Brasil já registra 200.013 ocorrências do tipo.

Conforme o Copernicus, a ocorrência dos focos de incêndio em 2024 “pode ser considerada fora do comum, mesmo considerando que julho-setembro é o período em que os incêndios florestais normalmente ocorrem na região”.

Lê-se no comunicado: “As temperaturas extremamente altas que a América do Sul experimentou nos últimos meses, a seca de longo prazo indicada pela baixa umidade do solo e outros fatores climatológicos provavelmente contribuíram para o aumento significativo da escala das emissões de incêndios, fumaça e impactos na qualidade do ar”. 

O observatório europeu declarou que “os incêndios florestais e as emissões resultantes levaram à degradação da qualidade do ar em grande parte do continente”, com a coluna de fumaça se estendendo do Equador a São Paulo. 

Mark Parrington, cientista sênior do CAMS, disse que, em 2024, a atividade de incêndios florestais na América do Sul foi “marcadamente acima da média”, em especial na Amazônia e no Pantanal. 

“O transporte de fumaça teve um impacto muito além da vizinhança de onde os incêndios estavam queimando, chegando até mesmo ao outro lado do Atlântico. A escala do transporte de fumaça e os impactos na qualidade do ar são um indicador da escala e intensidade dos incêndios. É fundamental continuar monitorando esses incêndios florestais e suas emissões para rastrear seu impacto na qualidade do ar e na atmosfera”, afirmou. 

O Brasil encerrou o mês de agosto de 2024 com o pior número de queimadas em 14 anos. Foram 68.635 ocorrências –o 5º maior número da série histórica, iniciada em 1998. Foi uma alta de 144% em relação ao mesmo período de 2023.

Setembro já ultrapassou a quantidade de focos de incêndio de agosto e é, até o momento, o pior mês deste ano quanto ao número de queimadas. O mês acumula 72.962 focos de incêndio.

Por: Poder360.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.