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Abandonada após parto, acreana tenta encontrar família biológica: ‘curiosa para saber o dia que nasci’

Por Redação Juruá em Tempo.22 de outubro de 2024Updated:23 de outubro de 20244 Minutos de Leitura
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“Fico curiosa para saber o dia que eu nasci”. A dúvida pode parecer estranha, mas é mais um dos mistérios que envolvem as origens da dona de casa Inauana Kamilly, de 32 anos. Com poucos dias ou talvez até mesmo horas de vida, a acreana foi deixada na porta da casa de desconhecidos que acabaram se tornando a única família que ela teve.

Inauana Andrade foi deixada na porta da família adotiva — Foto: Arquivo pessoal
Inauana Andrade foi deixada na porta da família adotiva — Foto: Arquivo pessoal

Agora, mais de três décadas depois, a acreana embarcou em uma jornada para tentar encontrar a família biológica e completar esse quebra-cabeça.

“No dia 03 de maio de 1992, eu fui deixada na porta da minha família adotiva no bairro Nova Estação em Rio Branco, próximo a uma escola chamada Maria Chalub Leite, entre 10h e meio-dia mais ou menos”, contou.

Inauana Andrade foi adotada por Maria do Carmo Andrade — Foto: Arquivo pessoal
Inauana Andrade foi adotada por Maria do Carmo Andrade — Foto: Arquivo pessoal

A casa pertencia a uma das irmãs adotivas dela, Maria do Socorro do Carmo Andrade, de 55 anos. “Na época ela estava grávida, quase para ganhar neném e correu para casa da mãe para mostrar o que tinham deixado em sua porta. A minha mãe adotiva suspeitava que eu tinha em média apenas dois dias de nascida pois nem com roupa eu estava. Eu estava enrolada em um lençol da Maternidade Bárbara Heliodora sem nada, completamente pelada e ainda tinha o coto umbilical”, explicou.

Segundo Inauana, logo que Maria do Carmo Andrade a viu, quis adotá-la e assim, ela e o marido, João Coelho de Andrade, fizeram. Os dois, já falecidos, nunca esconderam a origem da jovem, e segundo ela, a adoção nunca foi uma questão.

“Quando eu tinha uns dois anos de idade, meus pais começaram a me falar até eu ir entendendo. Eles sempre foram bem transparentes, me demostrando em amor que eu não era filha de sangue, mas que não me faltava amor”, enfatiza.

Inauana Andrade diz que teve infância feliz e não tinha curiosidade de conhecer família biológica — Foto: Arquivo pessoal
Inauana Andrade diz que teve infância feliz e não tinha curiosidade de conhecer família biológica — Foto: Arquivo pessoal

Origens

A dona de casa diz que por muito tempo não teve curiosidade de saber quem era sua família biológica. “Porque eu sentia que eles preenchiam todo carinho da paternidade e também eu tinha medo de deixar eles tristes se eu fosse atrás”, explicou.

Após a morte deles, porém, a curiosidade aflorou. Há sete anos, um ano após a morte do pai, ela entrou em contato com a maternidade de Rio Branco para procurar registros de mulheres que tivessem dado luz no mesmo período em que ela nasceu. A consulta, porém, não deu em nada.

Ela resolveu procurar família biológica após a morte dos pais — Foto: Arquivo pessoal
Ela resolveu procurar família biológica após a morte dos pais — Foto: Arquivo pessoal

“Eu tinha curiosidade de saber pelo menos o nome da mulher e aí falaram que um tempo atrás a maternidade pegou fogo e perderam todos os arquivos do ano que eu nasci”, contou.

Ela então decidiu esquecer a história e seguir em frente com a vida. Porém, há um ano, Maria do Carmo, a mãe adotiva dela, também morreu e o desejo de saber mais sobre suas origens retornou.

Ela chegou a consultar uma das irmãs mais velhas, Maria Antônia da Silva Andrade, de 57 anos, que lhe deu força.

Família adotiva deu apoio para que ela procurasse parentes biológicos — Foto: Arquivo pessoal
Família adotiva deu apoio para que ela procurasse parentes biológicos — Foto: Arquivo pessoal

“Foi aí que de fato eu decidir mergulhar de cabeça e ir atrás. Ela reagiu super bem, me lembrou que eu sempre tive o amor deles e que ainda tenho. Foi onde eu senti mais confiança e comecei a fazer as postagens”, relembrou.

A jovem, que hoje vive em São Paulo com o marido e dois filhos, começou a pedir ajuda por informações nas redes sociais. Ela espera, através da internet, encontrar respostas.

“Eu espero encontrar a minha família biológica e enfim saber da minha origem. É muito ruim você não saber de onde vem as características que você herdou. Eu quero muito encontrar sim, pelo menos acaba com esse suspense na minha vida”, afirmou.

Por fim, questionada sobre como reagiria a um encontro com os pais biológicos, ela é enfática. “Estou pronta para ouvir o que aconteceu e os perdoei”, finalizou.

Ianauana vive com a família em São Paulo e procura por parentes biológicos em Rio Branco — Foto: Arquivo pessoal
Ianauana vive com a família em São Paulo e procura por parentes biológicos em Rio Branco — Foto: Arquivo pessoal
Fonte: g1 AC.
Por: Redação O Juruá em Tempo.
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