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Home»COTIDIANO

Edvaldo questiona transferência do patrimônio público do setor de Nefrologia da Fundação para a iniciativa privada

Por Redação Juruá em Tempo.22 de outubro de 20242 Minutos de Leitura
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O deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) falou a respeito da desativação do setor de Nefrologia da Fundação Hospitalar do Acre (Fundhacre). Em discurso nesta terça-feira (22), o parlamentar afirmou que “tem algo muito esquisito” acontecendo.

“Eu queria fazer uma abordagem aqui. Tem algo muito esquisito, para ser brando nas palavras, tem um negócio sendo estruturado no tocante aos pacientes da Nefrologia. A Assembleia não vai poder fugir desse debate de forma mais aprofundada. Pela primeira vez, ao longo de todos os anos, eu estou assistindo o usuário defendendo radicalmente o SUS, dizendo: ‘eu não quero ser atendido pela rede privada porque o atendimento que eu tenho na Fundação é melhor’. E tem algo que é preciso ser publicado. Esquisito demais. Como é que se pega patrimônio público e se leva esse patrimônio público para o setor privado? Quer dizer que estou entregando o patrimônio público para o privado? Não pode ser entregue para ninguém sem autorização Legislativa”, questionou.

E insistiu nos questionamentos: “como é isso? Alguém pode explicar isso do ponto de vista da economicidade? Alguém consegue explicar isso do ponto de vista da transparência? Cadê esse contrato? Cadê a cláusula que diz: eu entrego o patrimônio do Estado e eu pago o valor da tua tabela. Tem servidor da nossa Fundação que atua na Nefrologia indignado e pede socorro. Essa é uma luta que precisa ser travada. Isso não pode passar em branco. Isso não pode ser escondido, abafado”, ressaltou.

Com relação ao Programa Bolsa Qualificação, que atende os servidores da Saúde, Edvaldo Magalhães destacou o trabalho da Aleac neste debate no final do ano passado. “Eu me somo à pressa para que o que foi alocado no orçamento vá para o bolso do servidor do nosso Estado. Mas, não podemos deixar de sublinhar a manutenção do debate sobre o plano de carreira. É uma necessidade”.

Por: Assessoria.
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