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Menino morreu envenenado por chumbinho em bombom, comprova laudo de exame cadavérico

Por Redação Juruá em Tempo.10 de outubro de 20242 Minutos de Leitura
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Está comprovado que Ythallo Raphael Tobias Rosa, de 6 anos, que comeu um bombom oferecido por uma mulher no dia 30 de setembro em Cavalcanti, na Zona Norte do Rio, e morreu horas depois, foi envenenado por chumbinho. Resultado do exame cadavérico do menino revela que o produto estava envenenado com terbufós. A substância é encontrada no veneno chumbinho, produto clandestino de venda proibida usado irregularmente como raticida.

No início da noite de ontem, o menino Benjamim Rodrigues Ribeiro, de 7 anos, que também comeu um pedaço do chocolate, trocado com o amigo Ythallo por um pouco de açaí, morreu no Hospital Miguel Couto, na Zona Sul do Rio, onde estava internado. As duas mortes são investigadas pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).

O laudo toxicológico, feito por legistas do Instituto Médico-Legal, no Centro do Rio, analisou amostras de resíduos gástricos retiradas do corpo de Ythallo. Segundo a polícia, um resultado preliminar já havia identificado a presença de grãos de cor amarronzada no estômago da criança.

O envenenamento aconteceu no fim da tarde do dia 30 de setembro, num dos acessos da Comunidade Primavera, no Bairro de Cavalcanti, na Zona Norte do Rio. Na ocasião, uma mulher em uma motocicleta, usando luvas e capacete, ofereceu um bombom em uma embalagem plástica para Ythallo e para um primo dele. Este último não quis comer o chocolate, mas o primeiro tirou um pedaço da guloseima.

Ele comeu uma parte do bombom e encontrou em seguida com Benjamin, quando trocou o outro pedaço restante do chocolate por um pouco de açaí. Benjamim também comeu o doce. Pouco depois, as duas crianças começaram a passar mal.

As duas foram atendidas inicialmente na Unidade de Pronto Atendimento de Del Castilho. Ythallo morreu na unidade de saúde. Benjamim foi transferido para o Hospital Miguel Couto e ficou em estado grave. Nesta quarta-feira, ele não resistiu e também faleceu.

A DHC e 44ªDP (Inhaúma), que inicialmente ficou à frente das investigações, arrecadaram imagens de câmeras de segurança do local onde a mulher ofereceu o bombom envenenado. Atualmente, os investigadores da DHC analisam o conteúdo das gravações para tentar identificar a responsável pelas duas mortes e ainda a possível motivação do crime.

Por Extra

Por: Redação O Juruá em Tempo.
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