Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Bocalom: “Sou candidato ao governo em qualquer cenário”
  • Decisão sobre ICMS pode desestimular envio de gado do Acre para outros estados
  • Após noite de bloqueio parcial, BR-364 segue fechada em Feijó neste sábado
  • Rio Branco registra primeiro caso suspeito de Mpox e Vigilância acompanha
  • Fim de semana no Acre será quente e sem previsão de temporais, diz Friale
  • Cacau e cupuaçu impulsionam agricultura familiar no Acre, mas doença ameaça produção
  • “Tá rindo do quê?”: juiz confunde deformidade facial com riso em audiência
  • Bolsa bate recorde e dólar cai para R$ 5,17 com fim de tarifaço
  • Receita Federal abre consulta a lote da malha fina do Imposto de Renda
  • PGR apresenta parecer contrário à prisão domiciliar para Bolsonaro
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
sábado, fevereiro 21
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»COTIDIANO

MPF instaura inquérito para apurar precariedade na educação em Terra Indígena

Por Redação Juruá em Tempo.17 de dezembro de 20242 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O Ministério Público Federal (MPF), por meio do Procurador da República Luidgi Merlo Paiva dos Santos, instaurou nesta terça-feira, 17, um inquérito civil para apurar a qualidade dos serviços de Educação Escolar Indígena destinados aos Povos Jaminawa e Manchineri na Terra Indígena (TI) Mamoadate, localizada no Acre. A decisão foi motivada por um relatório técnico que apontou condições precárias nas escolas indígenas da região.

De acordo com a Informação Técnica nº 1/2024, encaminhada pela Coordenação Regional Alto Purus da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (CR Alto Purus/FUNAI), foram identificados graves problemas estruturais e de gestão na oferta da educação escolar indígena, como: Falta de material didático, inclusive em língua indígena; Qualidade inadequada da alimentação escolar, com predominância de itens industrializados; Atrasos frequentes na entrega da merenda e fornecimento em quantidades insuficientes.

O inquérito civil tem prazo inicial de um ano e visa investigar as irregularidades relatadas. O MPF destaca que a educação indígena deve ser ofertada em conformidade com a cultura e as necessidades específicas das comunidades, conforme previsto na Constituição Federal e na Lei Complementar nº 75/1993.

O MPF ressaltou que é de sua responsabilidade zelar pela defesa dos direitos das comunidades indígenas e que a falta de condições adequadas nas escolas fere princípios fundamentais de igualdade e acesso à educação de qualidade, comprometendo o desenvolvimento social e cultural dos povos tradicionais.

  • Fonte: AC24horas.
Por: Redação O Juruá em Tempo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.