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Presidente Lula sanciona lei que torna Cruzeiro do Sul a capital nacional da farinha

Por Redação Juruá em Tempo.27 de dezembro de 20243 Minutos de Leitura
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Uma lei que torna a cidade de Cruzeiro do Sul, no interior do Acre, a capital nacional da farinha foi sancionada pelo presidente Lula e publicada no Diário Oficial da União (DOU) dessa segunda-feira (23).

A lei n.º 15.051/2024, projeto de autoria do senador Alan Rick (União Brasil), foi sancionada após ser aprovada nas duas casas do Congresso Nacional, e reconhece a importância do município na produção nacional do ingrediente originado a partir da mandioca.

“A produção da farinha, além de gerar empregos e contribuir para a economia local, é uma tradição passada de geração em geração, que remonta aos costumes e conhecimentos tradicionais dos habitantes originários da região, indígenas, cujas técnicas artesanais garantem a preservação dos sabores e aromas típicos. O produto é conhecido por sua coloração amarela e sua textura fina e macia, o que o diferencia das demais farinhas do País”, destaca a justificativa do projeto.

Desde 2019, a farinha de Cruzeiro do Sul é patrimônio cultural do Acre — Foto: Marcos Vicentti/Secom
Desde 2019, a farinha de Cruzeiro do Sul é patrimônio cultural do Acre — Foto: Marcos Vicentti/Secom

Conforme o governo do estado, em 2017, a farinha de Cruzeiro do Sul se tornou o primeiro produto brasileiro derivado de mandioca a obter o selo de Identificação Geográfica (IG). A qualidade do produto foi reconhecida por meio de marca registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), órgão federal ligado ao Ministério da Agricultura e Pecuária.

Produção de farinha chega a 335 mil toneladas em uma área de cerca de 14 mil hectares — Foto: Marcos Vicentti/Secom
Produção de farinha chega a 335 mil toneladas em uma área de cerca de 14 mil hectares — Foto: Marcos Vicentti/Secom

Ainda de acordo com a justificativa do projeto, produção de farinha no Vale do Juruá chega a 335 mil toneladas em uma área de cerca de 14 mil hectares, o que dá uma média de 23,8 toneladas por hectare.

Até 2019, a cadeia produtiva da mandioca correspondia a 50% da produção agrícola do estado.

Como boa parte da história acreana, a produção da farinha remonta à chegada de imigrantes cearenses na região, e se destacou após o fim dos ciclos da borracha. A produção depende da colheita da mandioca do solo, transporte até a casa de farinha, geralmente feito em carros de boi, onde é colocada num equipamento chamado bolador, onde, em seguida, são retiradas as impurezas.

“A concessão do título de Capital Nacional da Farinha de Mandioca ao Município de Cruzeiro do Sul é uma forma de reconhecer a importância da farinha produzida na região e de valorizar o trabalho dos produtores locais. O título também detém o potencial de incentivar a comercialização da farinha de mandioca de Cruzeiro do Sul em todo o País, contribuindo para a divulgação da culinária e das tradições cruzeirenses”, afirma o projeto.

  • Fonte: g1.
Por: Redação O Juruá em Tempo.
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