Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Instituto Citolab transforma comemoração do Dia das Mães em momento de acolhimento e emoção
  • Polícia Civil anuncia atuação integrada com outros órgãos de segurança para garantir retorno efetivo às aulas
  • Emenda de R$ 1 milhão destinada por Coronel Ulysses vai beneficiar o Ramal São José, no Belo Jardim
  • “Lágrima” é preso por liderar esquema de apostas ilegais no centro de Rio Branco
  • Sábado será de calor, sol entre nuvens e possibilidade de chuvas rápidas no Acre
  • IBGE aponta Acre entre os estados mais pobres do Brasil mesmo com avanço da renda nacional
  • “Nós não sabíamos se eram um, dois ou 15 [atiradores]”, relata sobrevivente de ataque em escola do Acre
  • Urgente: governo do Acre prorroga suspensão das aulas presenciais na rede estadual após ataque em escola
  • Prepare o agasalho: Domingo será de frio intenso e chuvas fortes no Acre, diz Friale
  • Saúde de Porto Walter fortalece programa ao entregar equipamentos para atender pacientes com deficiência e crianças neuro divergentes 
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
domingo, maio 10
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»internacionais

Presidente sul-coreano enfrenta impeachment após declarar lei marcial

Por Redação Juruá em Tempo.4 de dezembro de 20243 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Parlamentares sul-coreanos apresentaram nesta quarta-feira (4) projeto para impeachment do presidente Yoon Suk Yeol, após ele declarar lei marcial e reverter a medida horas depois, desencadeando uma crise política na quarta maior economia da Ásia.

A surpreendente declaração de lei marcial no importante aliado dos Estados Unidos, na noite de terça-feira (horário local), levou a um impasse com o Parlamento, que rejeitou a tentativa de Yoon de proibir a atividade política e censurar a mídia, enquanto tropas armadas forçavam a entrada no prédio da Assembleia Nacional em Seul.

O principal partido de oposição, o Partido Democrático (PD), pediu que Yoon, que está no cargo desde 2022, renuncie ou enfrente um processo de impeachment.

Seis partidos da oposição sul-coreana apresentaram posteriormente um projeto no Parlamento para destituir Yoon, com votação marcada para sexta-feira (6) ou sábado.

“Não podíamos ignorar a lei marcial ilegal”, disse aos repórteres o parlamentar do PD Kim Yong-min. “Não podemos mais deixar a democracia entrar em colapso.”

Também houve divisões profundas no Partido do Poder Popular, de Yoon, e seu líder pediu a demissão do ministro da Defesa, Kim Yong-hyun, e a renúncia de todo o gabinete. Kim ofereceu renúncia, informou o Ministério da Defesa.

Yoon disse à nação, em discurso na televisão nessa terça-feira à noite, que a lei marcial era necessária para defender o país das forças antiestatais pró-Coreia do Norte e proteger a ordem constitucional livre, mas não citou nenhuma ameaça específica.

Cenas caóticas se seguiram quando tropas tentaram tomar o controle do prédio do Parlamento, embora tenham recuado quando assessores parlamentares os atacaram com extintores de incêndio, enquanto os manifestantes brigavam com a polícia do lado de fora.

Os militares disseram que as atividades do Parlamento e dos partidos políticos seriam proibidas e que a mídia e as editoras estariam sob o controle do comando da lei marcial.

Os parlamentares desafiaram o cordão de segurança e, poucas horas após a declaração, o Parlamento da Coreia do Sul, com 190 de seus 300 membros presentes, aprovou por unanimidade uma moção para que a lei marcial fosse suspensa, com a presença de 18 membros do partido de Yoon.

Em seguida, o presidente rescindiu a declaração da lei marcial, cerca de seis horas após sua proclamação.

Os manifestantes, do lado de fora da Assembleia Nacional, gritaram e bateram palmas. “Nós vencemos!”, cantavam, e um manifestante tocava um tambor.

“Há opiniões de que foi um exagero adotar a lei marcial de emergência e que não seguimos os procedimentos, mas isso foi feito estritamente dentro da estrutura constitucional”, disse um funcionário presidencial sul-coreano à Reuters por telefone.

Ainda não houve reação da Coreia do Norte ao drama da vizinha no Sul.

*(Reportagem de Jack Kim, Ju-min Park, Hyonhee Shin, Hyunsu Yim, Heekyong Yang, Joyce Lee e Josh Smith)

Por: Reuters.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.