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Bovinos e derivados assumem a liderança das exportações acreanas

Por Redação Juruá em Tempo.30 de janeiro de 20254 Minutos de Leitura
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O Acre exportou, em 2024, um valor de US$ 87,3 milhões de dólares. É o maior valor exportado pelo estado, desde o primeiro registro da Secretaria de Comércio Exterior – Secex, iniciado em 1997. O valor superou o recorde do ano de 2022 (US$ 54,4 milhões) em 60,5% e em 90,6% o valor exportado em 2023 (US$ 45,8 milhões). No gráfico a seguir constam os valores das exportações acreanas desde 1997.

Bovinos e derivados assumem a liderança das exportações acreanas

Pela primeira vez, a carne bovina representou o maior valor exportado, correspondendo a 30,5% do total (US$ 26,6 milhões). A pecuária bovina que possui o maior Valor Bruto da Produção primária do Acre, finalmente consegue desobstruir uma série de obstáculos, principalmente as de ordem sanitária, para ocupar a liderança na pauta das exportações do Acre. O grande feito foi obtido graças ao empenho das autoridades locais e federais e dos produtores locais. Na tabela a seguir, constam os dados das exportações por grupos de produtos (bovinos, soja, suínos, castanha, madeira e milho). 

Percebe-se que a soja, que até o último ano, era líder nas exportações, ocupa a segunda posição, representando, 25% do total exportado (US$ 21,8 milhões). 

Em síntese, os resultados de 2024 demonstram uma ampla vantagem dos produtos de origem animal (bovinos e suínos) com 50,4%, seguido pelos produtos de origem vegetal (soja e milho), com 26,4% e, finalmente, os produtos de origem florestal (castanha e madeira) com 19,6%.

O Peru foi o principal destino das exportações acreanas

Conforme apresentado na tabela a seguir, o Peru foi o principal comprador do Acre, com 28,5%, a maioria da carne suína, da castanha e do milho exportado. Em seguida aparecem os Emirados Árabes Unidos (13,9%) e a Turquia (9,0%), principais destinos da carne bovina acreana. A Espanha, a China, a Itália e a Alemanha foram os principais compradores da soja do Acre. Finalmente, os Estados Unidos e a Holanda foram os principais compradores da madeira e parte da castanha exportadas pelo Acre.

A alfândega de Assis Brasil (Estrada do Pacífico), foi o a segunda mais utilizada para as exportações acreanas

Conforme exposto na tabela a seguir, a estrada do pacífico foi a via onde transitaram 28,5% das exportações acreanas, principalmente para exportações de carne suína, de castanha e de milho. O maior local de exportação foi o Porto de Santos (34,9%), por onde saíram a carne bovina, e parte da madeira e da castanha.

A soja foi principalmente exportada pelos Portos de Manaus e de Santarém. Já pelo Porto de Paranaguá exportou-se os miúdos de bovinos, principalmente para Hong Kong. Por Epitaciolândia saem a maioria de materiais de construção, ferragens, e alimentos industrializados, destinados a Bolívia.

Importações atingem US$ 4,4 milhões, 14,6% a menos que em 2023

O valor das importações do Acre, em 2024, foi de US$ 4,4 milhões. Como o valor exportado foi de US$ 87,3 milhões, o saldo da balança comercial do Acre (exportações – importações), em 2024, foi de US$ 82,9 milhões, foi um novo recorde. O valor da balança comercial foi104,2% superior ao saldo do ano passado que totalizou US$ 40,6 milhões.

O principal fornecedor das importações do Acre foram os Estados Unidos com US$ 1,9 milhão (42,8%), correspondentes a compra, principalmente, de polietileno, aviões e tratores. Em seguida apareceu a Tailândia com US$ 769 mil (17,4%), proveniente da importação de arroz. Da China, cujas importações atingiram 13,4% do total, vieram, principalmente, pneus novos e acessórios de motocicletas. Finalmente, do Peru (8,9%), vieram cebolas e alhos.

O ano de2024 foi um muito bom para o mercado externo acreano. O resultado foi fruto de muito trabalho e empenho das autoridades e dos empresários. O cenário é promissor para 2025. Porém, os desafios continuam, ficar atento com as oscilações de mercado e, principalmente, com os embaraços sanitários e alfandegários devem ser perseguidos.

A recente criação do Bloco IV de estados classificados em área livre de aftosa sem vacinação, é um exemplo claro da necessidade de acompanhar de perto tudo aquilo que pode impactar na valorização dos nossos produtos no mercado exterior. Leio a matéria do brilhante redator do ac24 horas, Itaan Arruda – (https://ac24horas.com/2025/01/26/acre-e-rondonia-mantem-unidade-de-defesa-pela-manutencao-da-classificacao-de-area-livre-de-aftosa-sem-vacinacao/) – do dia 26/01/2025, que destacou a ação do Idaf, que articulou para que o Mapa ouvisse proposta dos produtores de carne do Acre e Rondônia para manterem esse potente diferencial de mercado para a manutenção da carne bovina do Acre no mercado internacional. 

Novas ameaças virão, a união de todos será fundamental para uma inserção ainda maior do Acre no mercado internacional.

 

Orlando Sabino escreve às quintas-feiras no ac24horas

Por: Redação O Juruá em Tempo.
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