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Ponte do Caeté não será mais demolida; estrutura deverá ser ampliada e reaproveitada

Por Redação Juruá em Tempo.30 de janeiro de 20253 Minutos de Leitura
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Em uma reunião realizada na noite dessa quarta-feira, 29, na sede da Associação Comercial de Cruzeiro do Sul, o superintendente do Dnit no Acre, Ricardo Araújo, anunciou que a ponte sobre o Rio Caeté, na BR-364, não será mais demolida, como anteriormente informado.

A mudança de planos foi esclarecida durante o encontro com empresários e políticos da região. Ricardo explicou que, ao invés de destruir a estrutura, os pilares em movimento serão removidos e a ponte será ampliada e transformada no modelo estaiado, similar a outras pontes da BR-364, como as de Feijó, Tarauacá e Cruzeiro do Sul.

Segundo o superintendente, a ponte será ampliada de 210 para 360 metros e receberá duas torres, que sustentarão a nova estrutura. “Nós vamos estaiar, como a ponte de Cruzeiro do Sul, com um vão livre e levantar duas torres sobre a ponte. A licitação será realizada por meio de contratação integrada e a empresa vencedora ficará responsável pelo projeto básico, executivo e execução da obra. Em julho, esperamos começar a cavar os primeiros tubulões”, detalhou Ricardo.

Ele também garantiu que não há risco de desabastecimento para Cruzeiro do Sul e demais cidades dependentes da BR-364. Araújo ressaltou ainda que o monitoramento atual permitirá que ônibus e carros pequenos utilizem a ponte, enquanto caminhões passarão por baixo dela até o mês de abril ou maio, quando o nível do rio diminuir.

A solução provisória, semelhante à que foi adotada na ponte de Tarauacá, prevê um desvio para os caminhões enquanto as obras de ampliação são concluídas. “Não haverá desabastecimento, mas os caminhões irão gastar mais tempo para cruzar a ponte. O tempo de travessia passará de 15-20 segundos para meia hora”, explicou.

O presidente da Associação Comercial de Cruzeiro do Sul, Jairo Bandeira, expressou preocupação com a logística de transporte, destacando o histórico de isolamento da região. No entanto, ele acredita que as medidas adotadas pelos órgãos competentes minimizarão o impacto no abastecimento. “Temos receio de que o custo das mercadorias aumente, mas acredito que o Dnit e o governo estão trabalhando para evitar isso”, disse.

O prefeito Zequinha Lima, que articulou a reunião, enfatizou a importância dos esclarecimentos para os gestores da região do Vale do Juruá. “É fundamental saber exatamente quais decisões foram tomadas, pois qualquer bloqueio altera a vida de todos, seja do cidadão comum ou do empresariado. Com os esclarecimentos do superintendente, conseguimos entender as ações que estão sendo tomadas para garantir que o abastecimento não seja comprometido”, afirmou.

O deputado federal Zezinho Barbary destacou a necessidade de garantir recursos federais para a correção do problema da ponte. “O Dnit está tomando as providências necessárias, mas agora precisamos garantir recursos para viabilizar a solução definitiva e garantir a segurança das pessoas. A ponte não é apenas uma ligação de transporte, mas também um ponto crucial para o abastecimento da região”, concluiu.

Assim, a estrutura da ponte será remodelada para seguir o modelo estaiado, que é caracterizado por cabos que sustentam a ponte a partir de torres, criando uma aparência de leque. Pontes como as de Feijó, Tarauacá e Cruzeiro do Sul já adotam esse modelo, garantindo maior estabilidade e segurança.

Por: Redação O Juruá em Tempo.
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