Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Em Cruzeiro do Sul, homem embriagado é ‘pego’ em blitz e quase colide em viatura
  • Morre aos 73 anos o indigenista Txai Macedo, em Cruzeiro do Sul
  • Amor de décadas: idosa recebe flores do marido após alta hospitalar; veja vídeo
  • ‘Cinderela?’ Delegado usa chinelos para identificar suspeitos; veja vídeo
  • Filha conta a pai sobre 1º lugar em Medicina e todos choram em bar
  • Michelle Bolsonaro diz: “Meu futuro político entrego nas mãos de Deus”
  • ‘Minha Primeira Arma’: projeto prioriza baixa renda e morador de área violenta
  • Brasil inicia pagamento do seguro-defeso 47 mil pescadores artesanais
  • Realeza se apresenta ao público na primeira noite do Carnaval 2026 em Cruzeiro do Sul
  • Fantasy Run abre o carnaval de Cruzeiro do Sul com mais de 380 participantes
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
domingo, fevereiro 15
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Destaque

Três empresários acreanos seguem na “lista suja” do governo por trabalho análogo à escravidão

Por Redação Juruá em Tempo.28 de janeiro de 20252 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Três empregadores do Acre permanecem na “lista suja” do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), sendo apontados por submeterem trabalhadores a condições análogas à escravidão. A atualização da lista foi feita nesta segunda-feira, 27 de janeiro.

Na nova versão da lista, o governo federal divulgou os nomes de 715 pessoas e empresas que têm sido monitoradas no combate ao trabalho escravo. A Secretaria de Inspeção do Trabalho realiza ações fiscais em locais previamente mapeados, com o objetivo de erradicar o trabalho degradante no país.

Entre os empregadores do Acre citados, apenas um é proprietário de terras no estado. Sandro Ferreira da Silva, dono da Fazenda Retiro, localizada na Rodovia 364, km 24, em Manoel Urbano, figura na lista.

As condições que caracterizam o trabalho como análogo à escravidão incluem, entre outras situações, a sujeição de trabalhadores a jornadas exaustivas ou a condições degradantes, a restrição de sua liberdade de locomoção – seja por dívida ou por proibição de uso de transporte – e a vigilância constante por parte do empregador.

Além disso, também é considerado análogo à escravidão o fato de o empregador ou seu preposto reter documentos ou objetos pessoais dos trabalhadores com o intuito de mantê-los no local de trabalho. A seguir, os nomes dos empregadores acreanos mencionados na lista:

– Hudson Primo Coelho, CPF: 428.598.165-34, endereço: J. J. Seabra, 178, Casa, Centro, Esplanada/BA, com registro de infração datado de 29/12/2022 e previsão de término da irregularidade para 07/10/2024.

– João Paulo Nunes da Silva, CPF: 772.906.582-72, endereço: Mato Grosso, 1529, Setor 2, Buritis/RO, com infração registrada em 20/03/2024 e previsão de término para 07/10/2024.

– Sandro Ferreira da Silva, CPF: 007.973.802-80, proprietário da Fazenda Retiro, localizada na Rodovia 364, km 24 de Manoel Urbano/AC, com infração registrada em 29/12/2022 e previsão de término para 05/04/2024.

Por: Redação O Juruá em Tempo.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.