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Acre registra menor salário médio de admissão do Brasil

Por Redação Juruá em Tempo.25 de fevereiro de 2025Updated:25 de fevereiro de 20252 Minutos de Leitura
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Em 2024, o Acre registrou o menor salário médio de admissão do Brasil. Os dados são do levantamento divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Os trabalhadores recém-contratados no estado receberam, em média, R$ 1.700, um valor significativamente inferior à média nacional de R$ 2.178.

Esse desempenho coloca o Acre na última posição no ranking de salários iniciais, superando apenas estados como Roraima (R$ 1.715) e Amapá (R$ 1.725), e ficando atrás de unidades da federação como São Paulo (R$ 2.473) e Distrito Federal (R$ 2.284), que apresentaram os maiores salários.

Além disso, o estado teve um aumento de apenas 0,9% no salário médio de admissão no acumulado do ano, um dos menores índices do país. Essa dificuldade em melhorar os salários iniciais já havia sido destacada por especialistas no ano anterior.

Em uma entrevista concedida em 2024, Egídio Garó, assessor da presidência da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Acre (Fecomércio), apontou a migração de trabalhadores e o aumento da informalidade no mercado de trabalho como desafios enfrentados no estado. Segundo Garó, muitos trabalhadores pedem demissão voluntariamente em busca de melhores oportunidades, muitas vezes em outros estados.

Garó comentou ainda sobre o impacto do comércio e da informalidade no mercado de trabalho do Acre. Ele explicou que o comércio perdeu a liderança na geração de empregos para o setor de serviços, o qual tem apresentado um crescimento significativo.

No entanto, também observou uma migração crescente para a economia informal, com muitos trabalhadores preferindo atuar por conta própria, realizando “bicos”, ao invés de manter empregos formais. Isso tem afetado o desenvolvimento do comércio no estado, que permanece estagnado, apesar do avanço do setor de serviços.

O cenário de migração interestadual e o aumento da informalidade são fatores que dificultam a melhoria da situação econômica e profissional no Acre, limitando as opções de crescimento e estabilidade para os trabalhadores locais.

Por: Redação O Juruá em Tempo.
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