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Jorge Viana diz que Brasil está preparado para “mar revolto” em guerra comercial com Trump

Por Redação Juruá em Tempo.11 de fevereiro de 20253 Minutos de Leitura
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Os EUA iniciaram uma guerra comercial com aumento de tarifas de importação, especialmente da China, e isso pode arrastar os demais países em uma onda que, na avaliação do presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, oferece risco de retração do crescimento econômico e inflação.

Segundo ele, o Brasil está preparado para atravessar esse “mar revolto” e precisa esperar por eventuais estilhaços dessa disputa. A reciprocidade, em caso de barreiras às exportações brasileiras, é algo natural. Enquanto isso, o governo e a agência de promoção brasileira, organizam uma missão de Lula na Europa para reforçar costuras políticas que vêm sendo feitas por um emissário: Aloysio Nunes Ferreira.

O ex-chanceler do governo Michel Temer tem atuado para convencer chefes de estado, presidentes e governos em geral que o acordo do Mercosul com a União Europeia é bom para todos e pode funcionar como um escape.

Essa promessa de tarifaço dos EUA levará o Brasil a pender para a China?

Numa guerra comercial, não tem ninguém jogando ninguém para um lado ou para o outro. O que se tem é uma disputa e os EUA resolveram que estavam perdendo, talvez de alguns gols a mais para a China, e decidiram jogar de novo. É um jogo certo ou errado? É parte do jogo.

Os EUA estão certos, então?

Não estou tomando partido, nem podemos. O Brasil tem que ser pragmático, tem que entender que nosso maior parceiro comercial é a China e talvez um dos melhores são os EUA, que são o segundo. Um pelo volume e o outro pela qualidade. Temos um saldo comercial em três produtos [com a China]: petróleo, minério de ferro e soja. Para o outro [EUA], a gente exporta manufaturas. Ambos são importantes.

Mas onde vai dar isso?

Muito provavelmente, uma guerra comercial leva a taxações de um lado e de outro. Taxações levam a encarecimento de produtos. Se os EUA taxam os produtos chineses em 10% e a China taxa em 15%, os dois produtos ficarão mais caros. São as duas maiores economias do mundo. Isso não significa oportunidade, pode significar mais dificuldade para todo mundo.

Como o Brasil deve se posicionar?

Quando o mar está revolto, ninguém surfa. É melhor ficar em casa para não morrer. O Brasil é um dos poucos países que pode ficar em casa, esperar um pouquinho, ter um pouco de paciência para ver o que fazer.

O presidente Lula falou em reciprocidade se houver taxação.

O presidente falou uma regra clássica, o que dá para falar, independentemente do tamanho da onda. Se tiver um movimento de taxação, tem reciprocidade. O Canadá e o México ganharam 30 dias. Acho que o Brasil está numa posição correta de ficar, não digo neutro, mas em compasso de espera, porque os EUA são um grande parceiro comercial, a maior economia do mundo, e o Brasil também concorre com eles na produção de alimentos e em outras cadeias produtivas.

LEIA A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA

Por: Folha de São Paulo.
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