Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • IFAC convoca candidatos do cadastro de reserva para manifestação de interesse nas vagas remanescentes do Ensino Médio Técnico
  • Carnaval 2026 de Cruzeiro do Sul terá 8 blocos de foliões
  • Advogado alvo de operação da PF é nomeado para cargo jurídico na Câmara de Porto Walter
  • Mulher com criança no colo é agredida por outras quatro ao lado de viatura da polícia
  • Assessor parlamentar é executado a tiros durante partida de sinuca entre amigos; veja vídeo
  • Thayane Smith revela que teve ‘segundas intenções’ com Betinho: “levei 8 camisinhas no bolso”; veja vídeo
  • Presa nos escombros, menina chama pela mãe morta após desabamento de prédio; veja vídeo
  • Tony Garcia presta depoimento à Justiça e afirma que Moro o usava para monitorar alvos via grampos
  • No Acre, mais de 44 mil trabalhadores serão beneficiados por lei que amplia isenção do IR
  • Apoiador de Bolsonaro anuncia criação de igreja bolsonarista
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, fevereiro 2
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»internacionais

Netanyahu chega aos Estados Unidos para discutir Gaza com Trump

Por Redação Juruá em Tempo.3 de fevereiro de 20253 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, já está nos Estados Unidos, onde tem encontro marcado nesta terça-feira (4) com o presidente Donald Trump para discutir a situação em Gaza, os reféns detidos pelo Hamas e o confronto com o Irã e seus aliados regionais. Na iminência do encontro entre os dois líderes, Teerã acusa Trump de querer fazer uma “limpeza étnica” em Gaza.

Benjamin Netanyahu é o primeiro líder estrangeiro a ser recebido por Donald Trump na Casa Branca desde que voltou ao cargo. “Netanyahu vem na terça-feira, e acho que temos algumas reuniões muito importantes agendadas”, disse o presidente dos EUA, que reivindicou o crédito pelo acordo de cessar-fogo em Gaza, assinado na véspera de sua posse, em 19 de janeiro.

Antes da partida para os Estados Unidos, o líder israelense afirmou que vai discutir “a vitória sobre o Hamas”, a luta contra o “eixo do terror iraniano” e a expansão das relações diplomáticas com os países regionais, no momento em que está sendo cada vez mais pressionado pelos membros da extrema-direita do seu governo para retomar a guerra.

Segunda fase da trégua na agenda

As negociações sobre a segunda fase da trégua com o movimento islâmico Hamas devem começar hoje em Washington, com o enviado de Donald Trump para o Oriente Médio, Steve Witkoff, de acordo com comunicado do gabinete de Netanyahu divulgado nesse domingo.

Após ter sido aprovado um acordo de cessar-fogo há duas semanas, que prevê a libertação de 33 prisioneiros israelenses em troca de quase 2 mil prisioneiros palestinos, espera-se que a segunda fase do cessar-fogo permita a libertação dos restantes e a discussão sobre um fim para a guerra na Faixa de Gaza que dura 15 meses. Atualmente já foram libertados 18 reféns israelenses e centenas de palestinos detidos em prisões israelenses.

O movimento Hamas afirmou que só libertará os reféns previstos para a segunda fase do acordo caso Tel Aviv retire totalmente suas forças do enclave palestino e o conflito chegue ao fim.

“Limpeza étnica” em Gaza

Teerã, inimigo declarado de Israel e um dos principais apoiantes do Hamas, criticou nesta segunda-feira a proposta do presidente dos EUA de transferir os palestinos da Faixa de Gaza para locais “mais seguros”, como o Egito e a Jordânia, o que desencadeou protestos em todo o mundo.

“Acredito que a “comunidade internacional” deve ajudar os palestinos a garantir o direito à autodeterminação, em vez de promover outras ideias que equivalem a uma limpeza étnica”, disse o porta-voz da diplomacia iraniana, Emsaïl Baghaï, em entrevista. A “limpeza de Gaza” proposta por Donald Trump significaria “acabar com o território e toda a Palestina”, acrescentou

Desde a sua posse, em 20 de janeiro, Trump desbloqueou a entrega a Israel de bombas de 900 quilos, suspensa pelo seu antecessor Joe Biden. Ele também cancelou as sanções financeiras contra os colonos israelenses acusados de violência contra os palestinos.

Por: RTP - Rádio e Televisão de Portugal.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.