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PCC: por que mansão da mulher de Marcola “abastecerá” caixa da polícia

Por Metropoles8 de fevereiro de 2025Updated:8 de fevereiro de 20254 Minutos de Leitura
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PCC: por que mansão da mulher de Marcola “abastecerá” caixa da polícia
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A mansão e o dinheiro apreendidos da esposa de Marcos Williams Herbas Camacho, o Marcola, líder do Primeiro Comando da Capital (PCC), vão abastecer os cofres das forças de segurança de São Paulo. Condenada por lavagem de dinheiro, Cynthia Giglioli Herbas Camacho teve que entregar R$ 479,7 mil e uma residência avaliada em R$ 3 milhões, localizada em um condomínio de luxo em Carapicuíba, por decisão da 5ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

O dinheiro, confiscado de uma conta pessoal de Cynthia e da conta de uma empresa que, segundo o Ministério Público de São Paulo (MPSP), era usada como fachada para lavar dinheiro oriundo do tráfico de drogas, será revertido ao Fundo de Incentivo à Segurança Pública (Fisp). O valor será usado na área de inteligência e na ampliação das estruturas das polícias Civil e Militar.

A captação do dinheiro foi possível a partir da publicação de um decreto que regulamentou a Lei de Lavagem de Dinheiro no estado. O documento, formulado pelo governador Tarcísio de Freitas e pelo secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, estabelece que os bens confiscados do crime organizado, como a mansão de Marcola, serão levados a leilão, com os recursos obtidos direcionados ao Fisp.

Para isso, Tarcísio e Derrite montaram o chamado Núcleo de Recuperação de Ativos, que tem como coordenador um delegado de polícia. Ele será encarregado de fazer contato com unidades de investigação para mapear bens custodiados, com foco naqueles que tiveram decretação de perdimento pela Justiça ou de valores e imóveis sequestrados. Esse é exatamente o caso da residência do líder do PCC em Carapicuíba.

Em novembro de 2024, Marcola e Cynthia foram condenados, respectivamente, a 6 anos e 4 meses de prisão em regime fechado e 4 anos em regime aberto por lavagem de dinheiro. O sogro e a sogra de Marcola, Marivaldo da Silva Sobrinho e Maria do Carmo Giglioli da Silva, também foram condenados a 3 anos de prisão por atuarem como “laranjas” na compra da mansão.

O confisco da casa e a apreensão do dinheiro estão previstos no artigo 7º da Lei nº 9.613/98, que determina “a perda, em favor da União – e dos Estados, nos casos de competência da Justiça Estadual –, de todos os bens, direitos e valores relacionados, direta ou indiretamente, à prática dos crimes previstos nesta Lei”.

Condomínio de luxo

Avaliada em R$ 3 milhões, a propriedade foi comprada, segundo o MPSP, por R$ 1,1 milhão em dinheiro por Marcola e sua esposa. A residência fica na quadra A do condomínio Alphaville Granja Viana, com acesso pela rodovia Raposo Tavares. Alguns lotes vazios no local estão à venda por valores entre R$ 1,3 milhão e R$ 1,9 milhão. Mansões já construídas na área custam até R$ 5 milhões, ocupando de 500 m² a 760 m² de área.

O condomínio foi construído para superar o Alphaville de Barueri (SP), a 18 quilômetros de Carapicuíba. Entre as comodidades oferecidas, estão salão de festas, academia completa, salão de beleza, piscinas, playground, quadras de tênis e poliesportiva, campos de futebol e espaços para atividades ao ar livre, áreas verdes, praças e espaços de convivência. Os moradores também contam com portarias 24 horas, monitoramento por câmeras e sistemas de segurança avançados, trilhas ecológicas, lagos e bosques.

Casamento

Marcola e Cynthia se casaram em 2007, dentro do Presídio de Segurança Máxima de Presidente Bernardes, em São Paulo, após sete anos de namoro. Durante a cerimônia, o casal sequer ficou de mãos dadas, uma vez que toques e contato íntimo são proibidos pelo Regime Disciplinar Diferenciado (RDD).

Um vidro reforçado separou os noivos e o “sim” foi dito por meio de um interfone. Também não houve o beijo que sela a união. O casamento teve uma hora de duração. O casal tem três filhos.

Por: Metrópoles.
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