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Paul McCartney e 400 artistas pedem a Trump proteção contra IA

Por Redação Juruá em Tempo.20 de março de 20252 Minutos de Leitura
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Artistas e pessoas envolvidas com a indústria do entretenimento dos Estados Unidos assinaram uma carta aberta endereçada à Casa Branca na qual pedem que o presidente americano proteja os direitos autorais de obras criativas das grandes empresas de inteligência artificial, como Google e OpenAI, conforme noticiou a Variety.

Entre os signatários que fizeram o apelo ao Gabinete de Política Científica e Tecnológica da Casa Branca, estão Paul McCartney, Ben Stiller, Mark Ruffalo, Cynthia Erivo, Cate Blanchett, Aubrey Plaza e Olivia Wilde.

“Acreditamos firmemente que a liderança global da América em IA não deve vir às custas de nossas indústrias criativas essenciais”, diz um trecho da carta publicado pela Variety.

“As empresas de IA estão pedindo para minar essa força econômica e cultural ao enfraquecer as proteções de direitos autorais para filmes, séries de televisão, obras de arte, textos, músicas e vozes usadas para treinar modelos de IA no cerne de avaliações corporativas multibilionárias”, segue a carta reproduzida pelo portal.

Donald Trump assinou em janeiro um decreto relacionado à inteligência artificial para “tornar os Estados Unidos a capital mundial da inteligência artificial”, disse seu assessor a jornalistas no Salão Oval da Casa Branca.

O decreto estabelece um prazo de 180 dias para que um Plano de Ação de Inteligência Artificial crie uma política “para sustentar e aprimorar o domínio global de IA dos EUA a fim de promover o florescimento humano, a competitividade econômica e a segurança nacional”.

Trump revogou na segunda-feira (20) um decreto de 2023 assinado por Biden que buscava reduzir os riscos da inteligência artificial para consumidores, trabalhadores e segurança nacional.

O decreto de Biden exigia que os desenvolvedores de sistemas de IA que representassem riscos à segurança nacional dos EUA, à economia, à saúde pública ou à segurança compartilhassem os resultados dos testes de segurança com o governo dos EUA, de acordo com a Lei de Produção de Defesa, antes de serem divulgados ao público.

Por: FolhaPress.
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