Close Menu
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
Facebook X (Twitter) Instagram WhatsApp
Últimas
  • Foragido por estupro de vulnerável é preso durante ocorrência de som alto em Brasiléia
  • Acre entra em alerta duplo para chuvas intensas e ventos de até 100 km/h neste domingo
  • Homem é esfaqueado pela namorada durante discussão no bairro Base
  • Acre registra mais de 6,5 mil ocorrências de violência doméstica em 2025; Rio Branco concentra mais da metade dos casos
  • Em poucas horas, Polícia Civil identifica e prende suspeitos de furto em Cruzeiro do Sul
  • Discussão em frente a casa noturna termina em pancadaria com cerca de 10 pessoas na capital
  • Acre registra mais de 530 casos de síndrome respiratória grave nas primeiras semanas de 2026, aponta boletim
  • Estudo brasileiro cria exame de sangue para detectar câncer de mama
  • Alan Rick faz oração por Jair Bolsonaro durante ato de filiação partidária no interior do Acre
  • Prefeitura de Cruzeiro do Sul fará lançamento da Feira do Peixe na próxima quarta-feira
Facebook X (Twitter) Instagram
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
segunda-feira, março 16
  • Inicio
  • Últimas Notícias
  • Acre
  • Polícia
  • Política
  • Esporte
  • Cotidiano
  • Geral
  • Brasil
O Juruá Em TempoO Juruá Em Tempo
Home»Acre

MP investiga vereadores e assessores da Câmara de Rio Branco por participação em cursos pagos fora do estado

Por Redação Juruá em Tempo.24 de abril de 2025Updated:24 de abril de 20253 Minutos de Leitura
Compartilhar
Facebook Twitter WhatsApp LinkedIn Email

Dez agentes públicos – incluindo vereadores – da Câmara Municipal de Rio Branco são alvo de um procedimento preparatório do Ministério Público do Acre (MPAC) que visa investigar supostas irregularidades em cursos presenciais pagos fora do estado. As informações estão no Diário Oficial eletrônico da instituição, na edição desta quarta-feira, 23.

O foco da apuração é verificar se houve desvio de finalidade ou desperdício de recursos públicos, uma vez que a mesma capacitação estava disponível de forma gratuita e remota por meio da Escola Nacional de Administração Pública (Enap).

Segundo a publicação, são alvos da investigação três vereadores e sete servidores/assessores parlamentares que participaram, entre os dias 8 e 12 de abril, do curso “Introdução ao Orçamento Público” em São Paulo (SP), promovido por uma empresa privada. O Ministério Público também apura o envio de um servidor ao mesmo curso, em versão presencial, programada para ocorrer entre os dias 22 e 26 de abril, em Fortaleza (CE).

Os envolvidos são:

Vereadores:

  • Antonio Lira Morais
  • Joaquim Florêncio da Silva
  • Raimundo Nonato Ferreira da Silva – Raimundo Neném

Servidores e assessores parlamentares citados:

  • A.J.N.M. (servidor)
  • F.V.L. (servidor)
  • J.V.B.M. (assessor)
  • W.E.M.S. (servidor)
  • D.M.S. (assessor do vereador R.N.F.S.)
  • E.S.S. (assessor do vereador R.N.F.S.)
  • R.N.A.L. (assessor do vereador R.N.F.S.)
  • J.D.C.S. (chefe de gabinete da vice-presidência da Câmara Municipal de Rio Branco)

A promotora de Justiça Laura Cristina de Almeida Miranda determinou que a Câmara Municipal preste esclarecimentos sobre a necessidade, pertinência e legalidade das viagens, que incluíram o pagamento de inscrições, diárias e passagens aéreas — tudo com recursos públicos.

O MPAC também solicitou a cópia dos processos administrativos que autorizaram as despesas, informações detalhadas sobre o valor pago por cada agente, e justificativas para a escolha de uma alternativa presencial e onerosa, em detrimento do curso online oferecido pela ENAP com mesma carga horária e conteúdo.

Além disso, a Promotoria quer saber se os assessores e vereadores participantes atuam diretamente na área orçamentária da Câmara, o que justificaria sua capacitação técnica na temática. O Ministério Público também levantou suspeitas sobre a indicação de múltiplos assessores do mesmo vereador para um único curso e busca entender se a participação foi iniciativa dos próprios servidores ou motivada por orientação parlamentar.

O procedimento foi aberto com base nos princípios constitucionais da moralidade, eficiência e economicidade, e visa assegurar que a administração pública não incorra em desperdício de verbas nem favoreça agentes com vantagens indevidas.

A Câmara Municipal tem o prazo de 15 dias para responder às requisições, podendo, ao final da investigação, haver responsabilização administrativa, civil ou até criminal dos envolvidos, caso sejam comprovadas práticas de improbidade administrativa.

Por: A Gazeta do Acre.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Sobre

  • Diretora: Midiã de Sá Martins
  • Editor Chefe: Uilian Richard Silva Oliveira

Contato

  • [email protected]

Categorias

  • Polícia
© 2026 Jurua em Tempo. Designed by TupaHost.
Facebook X (Twitter) Pinterest Vimeo WhatsApp TikTok Instagram

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc cancelar.