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Titanic: documentário e modelo 3D trazem fatos inéditos sobre o naufrágio

Por Redação Juruá em Tempo.9 de abril de 20253 Minutos de Leitura
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Um novo documentário revela os incríveis resultados de um projeto para criar varreduras submarinas em 3D do malogrado transatlântico RMS Titanic, que naufragou há 113 anos.

“Titanic: A Ressurreição Digital” conta a história de como a empresa de mapeamento em águas profundas Magellan criou “o modelo mais preciso do Titanic já feito: um gêmeo digital em escala real, 1:1, preciso até o último rebite”, segundo um comunicado da National Geographic, publicado na terça-feira (8).

Quando o Titanic zarpou em 10 de abril de 1912, era o maior navio de passageiros em serviço e considerado inafundável. Apenas quatro dias depois, a viagem inaugural do Titanic tornou-se uma tragédia internacional quando ele colidiu com um iceberg no Atlântico Norte às 23h40 de 14 de abril. Afundou em menos de três horas.

O navio não tinha botes salva-vidas suficientes para as aproximadamente 2.220 pessoas a bordo. Mais de 1.500 pessoas morreram no acidente, e o Titanic tornou-se o naufrágio mais famoso da história. Houve pouco mais de 700 sobreviventes.

O documentário de 90 minutos da National Geographic permite ao cineasta Anthony Geffen “reconstruir os momentos finais do navio, desafiando suposições antigas e revelando novas descobertas sobre o que realmente aconteceu naquela noite fatídica em 1912”, segundo o comunicado.

No filme, o analista do Titanic Parks Stephenson, a metalurgista Jennifer Hooper e o mestre marinheiro Chris Hearn caminham por uma reprodução em tamanho real do navio, destacando detalhes anteriormente ocultos.

Uma descoberta crucial é uma válvula de vapor visivelmente aberta, que corrobora relatos de que os engenheiros mantiveram seus postos na Sala de Caldeiras Dois por mais de duas horas após o Titanic atingir o iceberg.

Isso manteve o fornecimento de eletricidade e permitiu que a tripulação enviasse sinais de socorro, significando que os 35 homens na sala de caldeiras podem ter se sacrificado para salvar centenas de outras pessoas.

A equipe também reconstrói fragmentos do casco encontrados espalhados pelo local, revelando que o Titanic não se partiu em dois, mas “foi violentamente dilacerado, rasgando através das cabines de primeira classe onde passageiros proeminentes como J.J. Astor e Benjamin Guggenheim podem ter buscado refúgio enquanto o navio afundava”.

A varredura também ajuda a inocentar o Primeiro Oficial William Murdoch, que foi acusado de abandonar seu posto. A posição de um turco de bote salva-vidas, um equipamento usado para baixar as embarcações, corrobora o testemunho de que Murdoch foi, na verdade, arrastado para o mar enquanto a tripulação se preparava para lançá-lo.

As varreduras da Magellan também revelam como partes dos destroços estão desmoronando, mas a National Geographic afirmou que o gêmeo digital significa que “o Titanic está preservado em perfeito detalhe como aparecia em 2022, garantindo seu lugar na história para as gerações futuras e marcando uma nova era na arqueologia subaquática”.

“Titanic: A Ressurreição Digital” estreará no National Geographic dos Estados Unidos na sexta-feira (11) e deve estar disponível no serviço de streaming Disney+ a partir de sábado (12).

Por: CNN Brasil.
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