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Acre ainda não alcançou meta de vacinação contra influenza

Por AC24horas. 09/06/2025 13:31
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Apesar das campanhas e esforços das equipes de saúde, o Acre ainda não alcançou a meta de 95% de cobertura vacinal contra a influenza entre os grupos prioritários, conforme dados da Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) e da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), com dados parciais de 2025.

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Com média estadual de apenas 43,08%, a vacinação permanece abaixo do ideal. No entanto, três municípios se destacam: Porto Walter (60,40%), Jordão (55,88%) e Manoel Urbano (51,91%) apresentaram os melhores índices de cobertura vacinal, ultrapassando a marca de 50%. A capital Rio Branco aparece com 46,43%, também abaixo da meta, mas acima da média geral do estado.

Entre os municípios com melhor desempenho na cobertura vacinal contra a influenza em 2024, destacam-se Porto Walter, que lidera com 60,40%, seguido por Jordão (55,88%) e Manoel Urbano (51,91%). Também figuram entre os dez com maiores índices Marechal Thaumaturgo (48,07%), Rio Branco (46,43%), Brasiléia (45,03%), Cruzeiro do Sul (44,87%), Sena Madureira (44,68%), Capixaba (44,32%) e Assis Brasil (42,94%). Esses dados demonstram maior adesão da população local às campanhas de imunização, ainda que nenhum município tenha atingido a meta de 95% estipulada pelo Ministério da Saúde.

Na outra ponta, os municípios com os piores índices de vacinação são Porto Acre, com apenas 25,81%, e Bujari, com 25,40%. Também apresentaram coberturas significativamente baixas Epitaciolândia (30,68%), Rodrigues Alves (33,60%), Mâncio Lima (34,42%), Feijó (34,81%), Acrelândia (36,22%), Xapuri (37,38%), Plácido de Castro (38,26%) e Santa Rosa do Purus (39,41%). Esses números preocupam as autoridades de saúde e reforçam a necessidade de estratégias mais eficazes para ampliar o acesso à vacina, especialmente em regiões de difícil acesso e com menor infraestrutura de saúde.

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A vacinação contra a influenza é fundamental para evitar complicações respiratórias, especialmente em idosos, crianças, gestantes, pessoas com doenças crônicas e indígenas — grupos considerados prioritários.

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