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Entenda por que o resgate de brasileira morta em trilha na Indonésia foi tão difícil

Por Redação Juruá em Tempo.25 de junho de 20252 Minutos de Leitura
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As buscas pela brasileira Juliana Marins, de 27 anos, duraram quatro dias, até que o corpo da jovem foi localizado nesta terça-feira, 24, conforme informou a família nas redes sociais. A publicitária desapareceu após cair de um penhasco durante trilha no vulcão Monte Rinjani, na Indonésia,

O incidente ocorreu na manhã de sábado, 21, pelo horário local (noite de sexta-feira, 20, pelo fuso do Brasil). Nas primeiras imagens coletadas por drone, era possível ver ela movimentando os membros superiores e inferiores. Já nesta segunda, 25, os registros mostravam a jovem imóvel.

Os motivos para a demora no resgate, segundo informações recebidas oficialmente pelo governo do Brasil, foram as condições climáticas. Há muita neblina e instabilidade visual no local, o que tem provocado interrupções nos trabalhos, que estão sendo feito com helicópteros e alpinistas experientes.

Principais dificuldades do resgate:

– condições climáticas: há muita neblina e instabilidade visual no local;

– solo arenoso e de fácil deslizamento.

Além disso, as características da região impõem desafio adicional, já que o Monte Rinjani é um vulcão em atividade. Desde a primeira mensagem da equipe conjunta de Busca e Salvamento sobre a localização de Juliana, emitida na segunda-feira, 23, ela deslizou pelo menos mais 150 metros penhasco abaixo.

A família da jovem reclama da demora do governo indonésio, que administra o parque onde fica o vulcão, em realizar o resgate e aponta a falta de planejamento. O local exato em que ela está só foi descoberto na segunda-feira, dois dias após o seu desaparecimento, com a ajuda de drone térmico.

A brasileira é natural de Niterói (RJ) e fazia um “mochilão” pela Ásia desde o fim de fevereiro. Ela ficou sem água, comida e agasalho. A trilha feita por ela levava até o cume do Monte Rinjani e é conhecida por sua beleza, mas também por seus desafios e riscos naturais.

Por: Estadão.
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